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	<title>Arquivo de Estilo de vida - Sandra Oliveira - Coach</title>
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	<description>Coaching de saúde, emagrecimento e bem-estar</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Jun 2020 10:34:56 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Estilo de vida - Sandra Oliveira - Coach</title>
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		<title>COMO SAIR DO CICLO VICIOSO DE RECOMEÇAR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 11:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Recomeçar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estás a repetir resoluções de anos anteriores? Hoje falo do ciclo vicioso de recomeçar e de como podes sair dele.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/como-sair-do-ciclo-vicioso-de-recomecar/">COMO SAIR DO CICLO VICIOSO DE RECOMEÇAR</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Antes de mais Feliz Ano
Novo! Este é o primeiro post do ano. Fizeste, certamente, resoluções para 2020,
não foi? Já refletiste se são as mesmas de 2019? 2018? 2017?&#8230; Algumas até
podem ser… é por isso que hoje te quero falar do ciclo vicioso de recomeçar e
de como podes sair dele.</p>



<p>No que toca à alimentação
ou à prática de exercício físico, muitas pessoas têm este (digamos) hábito de
estar sempre a recomeçar e nunca olham para trás para avaliar que obstáculos
surgiram, que tipo de dieta adotaram, o que é que falhou. E continuam a repetir
as mesmas coisas, a sentirem-se frustradas e a desistirem. E a recomeçarem,
porque ainda têm o desejo de mudar. </p>



<p>Por vezes, as coisas até
estão a correr bem, mas depois acontece qualquer coisa e param, desistem e não
sabem porquê. Outras vezes não conseguem implementar o plano que elas próprias
definiram.</p>



<p>Eu sei que é assim, porque
já me aconteceu! E a ti, já te aconteceu?</p>



<p>É muito frustrante, porque
ninguém gosta de falhar, todos queremos ter sucesso! Em relação à saúde,
queremos ser mais saudáveis, ter mais energia, ser mais magras, mais fortes e
aptas fisicamente.</p>



<p>Está tudo bem com sentir
frustração e com recomeçar, mas quero que saibas que podes encontrar o teu
caminho para o sucesso. Podes encontrar a tua forma de permaneceres no caminho,
de não teres que recomeçar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque é que tantas vezes temos que recomeçar?</strong></h2>



<p>Somos criaturas de hábitos
e temos hábitos que, por vezes, vêm já da infância. Também somos muito
influenciáveis pelo ambiente à nossa volta, sobretudo pelos meios de
comunicação social. Por outro lado, o ritmo de vida atual é muito stressante. O
nosso trabalho, a nossa família, as nossas responsabilidades exercem muita
pressão sobre nós. E temos, também, imensas âncoras emocionais de que nem nos
apercebemos &#8211; sentimentos e emoções condicionados. E, muitas vezes, não temos
tempo para pensar nisto e compreender porque é que fazemos as coisas que
fazemos.</p>



<p>Mas muitas pessoas
conseguem e por isso tu também consegues. Não é uma tarefa impossível ter
sucesso na tua jornada de saúde. Apenas precisas de entender os métodos e as
ferramentas que te podem ajudar a ti e a mais ninguém a ter sucesso.</p>



<p>Acredito que todos
merecemos fazer algo por nós próprios, só precisamos construir o sistema certo
envolvendo os nossos hábitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como quebrar o ciclo vicioso</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Tira uns minutos por dia e pesquisa como funciona o teu corpo. Vai ajudar-te saberes porque é que o açúcar é mau para ti, o que faz ao teu corpo consumir glúten ou que, afinal, consumir gorduras saudáveis é bom. Podes encontrar muita informação neste blog. Por exemplo, em artigos como <a href="https://sandraoliveira.net/a-saude-duradoura-comeca-aqui/">este</a>, <a href="https://sandraoliveira.net/como-viver-atualmente-seguindo-as-leis-ancestrais/">este</a> ou mesmo <a href="https://sandraoliveira.net/o-que-comer-e-o-que-evitar-para-uma-vida-longa-com-saude/">este</a>. E muitos outros&#8230; como <a href="https://sandraoliveira.net/um-plano-de-exercicios-tao-facil-que-ate-o-homem-das-cavernas-o-seguiu/">este</a>.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Tenta identificar quais são as tuas principais preocupações e quais são as coisas que não funcionaram contigo. Vê o que podes melhorar.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Planeia a longo prazo, define os teus objetivos para os próximos 1 ou 2 anos, em termos da tua saúde, e depois decompõe em partes mais pequenas (sendo realista com o que é possível fazer no tempo que definiste). Foca-te em <strong>como</strong> vais fazer para concretizar esses objetivos. Antecipa as dificuldades que podem surgir e o que vais fazer para ultrapassá-las. Escuta o que te vou dizer agora: <strong>dificuldades e quedas fazem parte do caminho</strong>, por isso se tropeçares não te recrimines. A única coisa que tens que fazer nestes casos, depois de te abraçares com compaixão, é voltar ao plano no momento seguinte. </li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Todos os dias, ao final do dia, define o que vais comer no dia seguinte, que exercício físico vais praticar, a que horas te vais deitar, se e onde podes encaixar uns minutinhos de sol. E depois, cumpre!</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Aponta para o progresso e não para a perfeição. Almejar a perfeição é o que acaba com todos os esforços de mudança. Se hoje só podes treinar 10 minutos, vai! Sempre é melhor que não fazeres nada. Se hoje só pudeste comer uma sandwich em frente ao computador ao almoço, volta ao trilho na refeição seguinte. É possível! Eu quero que escapes a este ciclo vicioso! Eu sei que és capaz e estou aqui para ti!</li></ul>
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		<item>
		<title>Isto é o que o exercício faz ao teu cérebro</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/o-que-o-exercicio-faz-ao-teu-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 13:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Exercício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o exercício fosse uma droga, diríamos que os seus benefícios eram bons demais para ser verdade. Não só nos mantém saudáveis e nos ajuda a viver mais, como também nos torna mais inteligentes e felizes. O treino pode melhorar a memória, acelerar os tempos de reação, melhorar a atenção e aliviar a depressão. Pode até evitar doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer e Parkinson.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/o-que-o-exercicio-faz-ao-teu-cerebro/">Isto é o que o exercício faz ao teu cérebro</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>  Este é um artigo traduzido por Sandra Oliveira. O original está <a href="https://elemental.medium.com/this-is-what-exercise-does-to-your-brain-7068b6a1af81">aqui</a>.</p>



<p>Os cientistas estão cada vez mais perto de entender por que é que o exercício nos faz sentir bem. (É mais do que endorfinas.)</p>



<p>Se o exercício fosse uma droga, diríamos que os
seus benefícios eram bons demais para ser verdade. Não só nos mantém saudáveis e
nos ajuda a viver mais, como também nos torna mais inteligentes e felizes. O
treino pode melhorar a memória, acelerar os tempos de reação, melhorar a
atenção e aliviar a depressão. Pode até evitar doenças neurodegenerativas como
a doença de Alzheimer e Parkinson.</p>



<p>Como faz tudo isto?</p>



<p>Na última década, os cientistas começaram a
descobrir as formas como o exercício impacta o nosso cérebro. O exercício
aumenta os níveis de hormonas e neuroquímicos importantes que ajudam a forjar
novas conexões entre as células cerebrais e podem até levar ao nascimento de
neurónios numa área do cérebro chamada hipocampo, o centro de humor e memória deste
órgão.</p>



<p>&#8220;O exercício parece ser bom para
praticamente todas as funções do cérebro e do corpo&#8221;, diz Fernando
Gomez-Pinilla, professor do Departamento de Biologia Integrativa e Fisiologia
da UCLA.</p>



<p>Todas as vezes que te exercitas, os teus
músculos, células adiposas e fígado libertam uma variedade de moléculas na
corrente sanguínea. Algumas destas moléculas circulam pelo corpo e viajam até ao
cérebro, onde atravessam a barreira hematoencefálica. Uma vez lá dentro, desencadeiam
uma cascata de mudanças benéficas que te podem fazer sentir mais focado e
feliz.</p>



<p>Uma das mudanças mais cruciais é a libertação
de uma hormona do crescimento chamada fator neurotrófico derivado do cérebro,
ou BDNF. Quando se trata dos efeitos positivos do exercício no cérebro, o BDNF
é a estrela.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;O exercício parece ser bom para praticamente todas as funções do cérebro e do corpo.&#8221;</p></blockquote>



<p>&#8220;Esta é uma das moléculas mais
importantes para a função cerebral relacionada com os efeitos do
exercício&#8221;, diz Gomez-Pinilla. &#8220;O BDNF é muito importante para todos
os processos básicos relacionados com a aprendizagem e com a memória no cérebro&#8221;.</p>



<p>O BDNF ajuda o cérebro a construir novas conexões,
ou sinapses, entre neurónios &#8211; um processo chamado plasticidade sináptica que,
acredita-se, é a base da aprendizagem. As células comunicam-se através dessas
conexões, tanto dentro como através de áreas do cérebro. Por exemplo, neurónios
no hipocampo criam sinapses com células no córtex pré-frontal, outra região que
beneficia significativamente do exercício. É no córtex pré-frontal que muitas
das nossas funções executivas de alto nível se originam, como a tomada de
decisão e a atenção, processos que também são melhorados com o exercício.</p>



<p>O efeito mais notável do BDNF também é o mais
controverso. Anos de pesquisa mostram que, pelo menos em ratos e camundongos, o
BDNF induzido pelo exercício desencadeia o crescimento de novas células
cerebrais no hipocampo, um processo chamado neurogénese. O BDNF faz isso
aumentando a função das células-tronco no cérebro, eventualmente preenchendo o
hipocampo com novas células saudáveis que melhoram o poder do cérebro.</p>



<p>Se a neurogénese também acontece em humanos
adultos é mais controverso. Alguns estudos sugerem que sim, outros não. Isso
ocorre porque não há uma maneira clara de medir o nascimento de uma nova célula
cerebral sem abrir o crânio de alguém.</p>



<p>&#8220;Até que haja métodos melhores e mais
sofisticados que abordem diretamente se a neurogénese é aumentada pelo
exercício em humanos, isso permanece incerto&#8221;, diz Henriette van Praag,
professora associada de ciências biomédicas da Florida Atlantic University.</p>



<p>O exercício também altera a rede de vasos
sanguíneos do cérebro. Mais fluxo sanguíneo no corpo resultante do exercício
corresponde a mais fluxo sanguíneo no cérebro, bem como o aumento de uma
molécula específica de vaso sanguíneo chamada fator de crescimento do endotélio
vascular (VEGF). Como resultado, novos vasos sanguíneos formam-se no hipocampo.
Nos cérebros de roedores, a neurogénese e o fluxo sanguíneo estão conectados,
potencialmente porque os novos vasos sanguíneos trazem mais fatores de
crescimento para a área. Os seres humanos experimentam o mesmo aumento nos
vasos sanguíneos, fornecendo outra pista de que a neurogénese possa estar a
ocorrer nas pessoas.</p>



<p>Qualquer pessoa que tenha sentido &#8220;um
pico&#8221; &#8211; ou que se tenha sentido menos mal depois de um treino &#8211;
experimentou a maneira como o exercício eleva neurotransmissores como
serotonina, dopamina e opióides endógenos (também conhecidos como endorfinas),
que são críticos para regular o humor, a motivação e sentimentos de recompensa.
Os investigadores não têm bem a certeza sobre como essas mudanças começam &#8211;
embora, como tudo o mais, pareçam estar relacionadas com o BDNF. É possível que
esses neuroquímicos aumentem simplesmente porque o exercício é gratificante.
Qualquer coisa que te faça sentir bem aumentará os teus níveis de dopamina, por
exemplo, portanto, se ires a uma aula de SoulCycle for divertido para ti, o teu
cérebro libertará a substância química de reforço em resposta.</p>



<p>Então, que tipo de exercício é melhor para o teu
cérebro? A maior parte da pesquisa foi realizada em exercícios aeróbicos
moderados, como corrida, mas evidências recentes sugerem que o levantamento de
peso e o treino intervalado de alta intensidade também são bons. Julia Basso, investigadora
associada sénior do Departamento de Nutrição Humana, Alimentos e Exercícios da
Virginia Tech, diz que as pessoas que experimentam os maiores ganhos na sua
forma física apresentam as maiores mudanças cognitivas, sugerindo que os exercícios
de maior intensidade proporcionam benefícios extras. No entanto, o aumento de
humor ocorre independentemente da intensidade da atividade.</p>



<p>“Podes ir dar um passeio e o teu humor vai
melhorar. Mas precisas de maior intensidade para obter melhorias cognitivas”,
diz Basso. &#8220;Quanto mais aumentas a tua frequência cardíaca, mais benefícios
de aptidão a longo prazo terás e, assim, mais benefícios cognitivos a longo
prazo terás&#8221;.</p>



<p>Porém, se estás apenas a começar, ou estás limitado pela idade ou por lesão, até a caminhada pode causar algumas dessas mudanças. O mais importante é encontrares algo que gostes de fazer e mantê-lo. &#8220;Em termos práticos&#8221;, diz Basso, &#8220;o melhor regime de exercícios será aquele que estás a gostar e que te fará voltar no dia seguinte&#8221;. </p>



<p>Se quiseres saber mais sobre os movimentos que os humanos têm estado a realizar há milhões de anos, clica <a href="https://sandraoliveira.net/um-plano-de-exercicios-tao-facil-que-ate-o-homem-das-cavernas-o-seguiu/">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que acontece quando comes demais (e 8 coisas a fazer depois)</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/o-que-acontece-quando-comes-demais-e-o-que-fazer-depois/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 13:26:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição e alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Excessos]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É a estação do consumo. As festas acontecem regularmente. A temporada de festas é uma prática de excessos alimentares e pode ser muito difícil de evitar. Podes nem querer evitá-lo. Mas o que acontece com o teu corpo quando comes demais? E o que podes fazer acerca disso? Aqui estão 8 dicas para reduzir e minimizar danos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este é um artigo traduzido por Sandra Oliveira. O original está <a href="https://www.marksdailyapple.com/what-happens-to-your-body-when-you-overeat-and-8-things-to-do-afterward/?utm_campaign=12.18.19%20MDA%20Weekly%20Newsletter&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=Klaviyo&amp;utm_content=MDA&amp;_ke=eyJrbF9lbWFpbCI6ICJzYW5kcmFvbGl2ZWlyYTZAc2Fwby5wdCIsICJrbF9jb21wYW55X2lkIjogIlFhekhXeiJ9">aqui</a>.</p>



<p>É a estação do consumo.</p>



<p>Bolachas, bolos e tortas são abundantes. As festas acontecem regularmente. Doces são dados e recebidos como presentes. E há festas incomensuráveis &#8211; no trabalho, com a família, com os amigos &#8211; em que são distribuídos alimentos ricos em calorias e gratificantes, como, bem, doces. A temporada de festas é uma prática de excessos alimentares e pode ser muito difícil de evitar. Podes nem querer evitá-lo; há algo a dizer sobre soltares-te de vez em quando em ocasiões especiais, especialmente quando a alegria dos feriados está no ar.</p>



<p>Mas o que acontece
com o teu corpo quando comes demais? E o que podes fazer acerca disso?</p>



<p>O tipo de excessos alimentares da maioria das pessoas durante as festas é de alto teor de açúcar, alto teor de gordura e proteína relativamente baixa. São os teus bolos e bolachas. Os teus brownies e doces. A tua torta ao pequeno-almoço. <strong>Este é o pior tipo de excesso alimentar o que podes fazer.</strong> Pesquisas mostram que apenas seis dias de excesso alimentar com alto teor de açúcar, alto teor de gordura e poucas proteínas aumentam rapidamente a deposição de gordura no fígado e nos músculos. Sete dias de excesso alimentar reduz a sensibilidade à insulina no corpo inteiro, inibe a depuração da glicose e prejudica a função endotelial.</p>



<p>Se continuares a
fazer isto, digamos, ao longo de um mês, coisas más acumulam-se. Ficas incrivelmente
resistente à insulina. A tua gordura no fígado aumenta. O teu peso corporal e gordura
corporal geral aumentam. A tua proteína C-reativa aumenta, uma indicação de
inflamação. Uma classe de antioxidantes chamados plasmalógenos também aumenta,
o que significa que o teu corpo está a combater o stresse oxidativo.</p>



<p><strong>Um problema com os estudos é que precisas distinguir entre qualidade e quantidade; excessos alimentares com alimentos diferentes provocam efeitos diferentes.</strong> Por exemplo, no estudo que analisou o efeito do excesso alimentar no metabolismo lipídico, os sujeitos exageram comendo mais bolachas, batatas fritas e cheesecake e bebendo um suplemento líquido à base de óleo. Comer demais um monte de <em>junk food</em> é diferente de comer demasiado bife.</p>



<p>De facto, a pesquisa mostra que a excessos alimentares de proteínas tem pouco ou nenhum impacto sobre a gordura ou o ganho de peso, em comparação com excessos alimentares de hidratos de carbono ou gorduras.</p>



<p><strong>Outro fator a considerar é a variabilidade individual</strong>. Algumas pessoas são “propensas à obesidade”. Outras são “resistentes à obesidade”. Num estudo, indivíduos propensos à obesidade e resistentes à obesidade tiveram respostas diferentes a três dias de excessos alimentares. As pessoas propensas à obesidade viram as suas taxas de oxidação de gordura caírem durante o sono; eles queimaram menos gordura. Os sujeitos resistentes à obesidade viram as suas taxas de oxidação de gordura inalteradas durante o sono; eles continuaram a queimar gordura normalmente.</p>



<p>Portanto, quando
falamos sobre os efeitos de comer demais, precisamos ter em mente que os
efeitos diferem entre os indivíduos e variam se estiveres a comer um quilo de borrego
assado em comparação a comer meia torta. Mas o argumento geral ainda permanece:
Comer demais pode fazer-te ganhar peso, ganhar peso no fígado, induzir tresse
oxidativo, causar resistência à insulina, aumentar a inflamação e deixar-te
mais doente, mais gordo e pior quanto mais tempo durar.</p>



<p><strong>Mas, já é muito tarde para dizer isto? Já estás a lidar com os efeitos do excesso? Aqui estão 8 dicas para reduzir e minimizar danos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Dá preferência à proteína</h2>



<p>Como explicado acima, o excesso alimentar de
proteínas tem efeitos metabólicos e de composição corporal mais neutros do que o
excesso alimentar de gorduras e hidratos de carbono. Alguns efeitos são até
positivos, como aumentos no gasto de energia durante o dia e durante o sono. Carrega
no peru, no borrego, na costeleta e mantem mais razoáveis as porções de puré de
batatas, tarte de abóbora, recheio, frutas cristalizadas e bolos. Uma vantagem
de comer demasiadas proteínas é que comer menos das outras coisas tende a
acontecer inadvertidamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Come vinagre</h2>



<p>O vinagre, seja o vinagre de cidra de maçã biológico
com o mosto ainda a nadar nele ou o vinagre branco padrão de um jarro de dois
galões, melhora a tolerância à glicose e mantém a hiperglicemia pós-prandial e
a insulina reduzidas. O truque é comer o vinagre (talvez uma salada antes da
grande refeição, temperada com vinagre) 20 a 30 minutos antes de exagerar.</p>



<p>Isto é mais relevante para refeições que
contêm hidratos de carbono.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Exercita-te</h2>



<p>Não, o exercício após comer demais não é um &#8220;comportamento compulsivo&#8221; ou evidência de um &#8220;distúrbio alimentar&#8221; para a maioria das pessoas. É simplesmente senso comum fisiológico. Consomes uma tonelada de calorias, calorias que excedem o que as tuas mitocôndrias podem processar e converter em energia. O que faz mais sentido fisiológico &#8211; apenas ficar ali sentado, permitindo que essa energia extra circule e eventualmente se acumule no teu corpo, ou criar um deficit de energia para que a energia extra seja utilizada?</p>



<p>Não se trata de &#8220;calorias&#8221;, por si
só. Trata-se de lançar uma tonelada de energia em direção às tuas mitocôndrias
e dar-lhes um trabalho a fazer &#8211; ou deixá-las definhar em desuso. Não se trata
de &#8220;ganho de peso&#8221;, necessariamente. É sobre excesso de energia, stresse
oxidativo e inflamação resultantes. É sobre não desperdiçar. Se introduzires
uma tonelada de energia e não fizeres nada, estarás a desperdiçar esse
potencial.</p>



<p>Além disso, pesquisas mostram que o exercício
neutraliza os efeitos negativos a curto prazo dos excessos alimentares,
incluindo a contração dos efeitos epigenéticos negativos observados no tecido
adiposo dos consumidores em excesso. A melhor hora para se exercitar é
imediatamente após comer. Claro, eu não sugeriria fazer um treino intenso de
CrossFit com a barriga cheia de comida, mas algo leve, como as várias séries de
10 flexões, agachamentos, lunges e abdominais neste estudo, feitas
imediatamente após, funciona.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Aceita-o como uma experiência positiva e segue
em frente</h2>



<p>Que comer demais induz stresse oxidativo o
suficiente para desencadear a libertação de compostos antioxidantes pode
significar que um ataque agudo ocasional de comer demais possa atuar como um stressor
hormético que te torna mais forte a longo prazo &#8211; desde que permaneça agudo e
hormético. Pode ser bom comer demais de vez em quando. Sim, vai em frente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Toma um chá preto</h2>



<p>Acabei de fazer um grande guia definitivo para
o chá, e parece que outro benefício do dito cujo é que ele realmente acelera a
digestão depois de comer. Ele bate álcool, café expresso e tudo o que as
pessoas dizem que ajuda na digestão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. Dá um passeio</h2>



<p>Logo após comer demais, uma caminhada de 20 a
30 minutos reduz a glicose no sangue e acelera o esvaziamento gástrico &#8211;
ajudando a processar a refeição muito mais rapidamente e reduzindo a sensação
de “estar cheio”. Caminhadas mais longas são ainda melhores e também podem
reduzir o aumento da insulina pós-prandial. Tem que ser imediatamente depois;
esperar até 30 minutos suprimirá os efeitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. Vai para o frio</h2>



<p>É a estação perfeita para exposição ao frio
(na maioria dos lugares). Mesmo uma leve exposição ao frio &#8211; apenas 18°C por 2,5 horas &#8211; é suficiente para aumentar o gasto de energia sem
aumentar a fome ou a ingestão subsequente de alimentos. Isto é absolutamente
confortável para muitas pessoas. Se saíres para temperaturas abaixo de 10°C, aposto
que poderás obter os mesmos efeitos ainda mais rapidamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8. Não atires a toalha ao chão e continues a comer demais no futuro previsível ou &#8220;até ao ano novo&#8221;</h2>



<p>Um achado consistente na literatura é que as
pessoas ganham peso durante as férias e nunca o perdem completamente. Eles não
fazem isso porque tiveram uma fatia extra de tarte de abóbora no Dia de Ação de
Graças ou cinco bolachas na manhã de Natal. Eles ganham e retêm o peso porque exageram
constantemente durante toda a duração das festas. Eles pensam: “Ah, eu comi mal
ontem, o que significa que esta semana está perdida. Vou fazer melhor na
próxima segunda-feira &#8220;, e mantêm esta mentalidade por meses.</p>



<p>Bem, uma maneira de interromper este ciclo é parar
com esta mentalidade de &#8220;esta semana / mês está perdido&#8221;. Não, só
porque comeste mal ontem não significa que deves comer mal hoje e amanhã. Isso
irá agravar os teus problemas e abrir um buraco ainda mais profundo. Pára de
comer demais imediatamente.</p>



<p>Comer demais acontece. Tudo bem, até é
benéfico, se usado criteriosamente. Não há nada como encheres a tua barriga com
as comidas tradicionais da tua avó ou realmente soltares-te com as tuas pessoas
favoritas no mundo. Os seres humanos são festeiros por natureza. Gostamos de nos
divertir e comer muito para sentirmos “os bons tempos”. Apenas, certifica-te de
contrastar isso com dias mais magros. (O jejum intermitente por altura dos
feriados é ótimo para isso.) Um banquete não se qualifica mais como banquete se
o fizeres de forma constante. Uma festa não é uma festa se festejas todos os
dias. O contraste é o material da vida &#8211; cumpre esta regra e tudo ficará bem.</p>



<p>Como abordas os excessos alimentares nas festas?
O que fazes para combater os efeitos? Quais os comportamentos físicos e modelos
mentais adotas? Deixa-me saber nos comentários.</p>



<p>Cuida de ti, e Festas Felizes!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Referências</h2>



<p><em>Surowska A, Jegatheesan P, Campos V, et al.&nbsp;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30669704">Effects of Dietary Protein and Fat Content on Intrahepatocellular and Intramyocellular Lipids during a 6-Day Hypercaloric, High Sucrose Diet: A Randomized Controlled Trial in Normal Weight Healthy Subjects</a>. Nutrients. 2019;11(1)</em></p>



<p><em>Parry SA, Turner MC, Woods RM, et al.&nbsp;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31513265" target="_blank" rel="noreferrer noopener">High-Fat Overfeeding Impairs Peripheral Glucose Metabolism and Muscle Microvascular eNOS Ser1177 Phosphorylation</a>. J Clin Endocrinol Metab. 2020;105(1)</em></p>



<p><em>Leaf A, Antonio J.&nbsp;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29399253" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Effects of Overfeeding on Body Composition: The Role of Macronutrient Composition – A Narrative Review</a>. Int J Exerc Sci. 2017;10(8):1275-1296.</em></p>



<p><em>Schmidt SL, Kealey EH, Horton TJ, Vonkaenel S, Bessesen DH.&nbsp;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23229737" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The effects of short-term overfeeding on energy expenditure and nutrient oxidation in obesity-prone and obesity-resistant individuals</a>. Int J Obes (Lond). 2013;37(9):1192-7.</em></p>



<p><em>Bray GA, Redman LM, De jonge L, et al.&nbsp;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25733634" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Effect of protein overfeeding on energy expenditure measured in a metabolic chamber</a>. Am J Clin Nutr. 2015;101(3):496-505.</em></p>



<p><em>Ostman E, Granfeldt Y, Persson L, Björck I.&nbsp;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16015276" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vinegar supplementation lowers glucose and insulin responses and increases satiety after a bread meal in healthy subjects</a>. Eur J Clin Nutr. 2005;59(9):983-8.</em></p>



<p><em>Solomon TPJ, Tarry E, Hudson CO, Fitt AI, Laye MJ.&nbsp;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31396757" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Immediate post-breakfast physical activity improves interstitial postprandial glycemia: a comparison of different activity-meal timings</a>. Pflugers Arch. 2019;</em></p>



<p><em>Heinrich H, Goetze O, Menne D, et al. <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21156747" target="_blank">Effect on gastric function and symptoms of drinking wine, black tea, or schnapps with a Swiss cheese fondue: randomised controlled crossover trial</a>. BMJ. 2010;341:c6731.</em></p>



<p>Para saberes mais sobre alimentação saudável lê <a href="https://sandraoliveira.net/o-que-comer-e-o-que-evitar-para-uma-vida-longa-com-saude/">este</a> artigo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/o-que-acontece-quando-comes-demais-e-o-que-fazer-depois/">O que acontece quando comes demais (e 8 coisas a fazer depois)</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SONO &#8211; Pilar de saúde</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/sono-pilar-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 13:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sandraoliveira.net/?p=407</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sono é uma das funções metabólicas humanas mais importantes. É um dos 4 pilares onde assenta a saúde e estilo de vida saudável. Não podemos simplesmente ter boa saúde sem dormir bem. Infelizmente, a má qualidade do sono é uma das maiores fontes de stresse da nossa sociedade. Deixo-te aqui algumas dicas para te ajudar com a tua higiene do sono.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/sono-pilar-de-saude/">SONO &#8211; Pilar de saúde</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O
sono é uma das funções metabólicas humanas mais importantes. É um dos 4 pilares
onde assenta a saúde e estilo de vida saudável
(sendo os outros: a alimentação, o exercício e as emoções). Não podemos
simplesmente ter boa saúde sem dormir bem. Infelizmente, a
má qualidade do sono é uma das maiores fontes de stresse da nossa sociedade. Não
se deve brincar com o sono. Não é uma coisa para se dizer “Quem me dera…” ou
“Quando morrer terei tempo para dormir”. (emoji).</p>



<p>A
maioria das pesquisas sobre o sono sugere que os humanos precisam de 8 horas
por noite para concluir todos os processos fisiológicos que ocorrem durante o
sono. Por isso se és daquelas pessoas que acha que “Ah, eu só preciso de 6
horinhas…”, pensa nisto! Claro que há sempre pessoas que estão nos extremos, ou
seja, que precisam de muito mais ou menos sono, mas isso não é o normal. São
valores extremos e a probabilidade é que tu não sejas uma dessas pessoas
(desculpa).</p>



<p>E se estás a tentar emagrecer, lamento dizer que os
maus hábitos de sono podem inibir o metabolismo da gordura e a recuperação do
exercício, ou seja, má qualidade do sono é sinónimo de emagrecimento lento!</p>



<p>O nascer e o pôr-do-sol governam o nosso ritmo
circadiano e logo após escurecer, os nossos genes desencadeiam a libertação de
melatonina na corrente sanguínea, provocando a sonolência familiar que permite
a transição para a hora de dormir. Sabendo isto, deixo-te aqui algumas dicas
para te ajudar com a tua higiene do sono:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Vai para a cama o mais cedo possível (podes definir um alarme – mas não o ignores!);</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Minimiza a luz artificial (vai escurecendo a tua casa) e o estímulo digital (TV, telemóvel, computador) após escurecer (se tiveres mesmo que usar um destes aparelhos, podes recorrer a óculos que bloqueiam a luz azul – à venda na amazon “blue blockers – usar a configuração “night shift” do teu telemóvel – se tiver -, instalar a aplicação f.lux no teu computador);</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Dorme num quarto fresco, escuro (escuro mesmo escuro, sem luz do despertador – podes tapá-lo com um pano escuro ou toalha) e silencioso;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Investe em lençóis confortáveis e, também, numa almofada ergonómica;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Aproveita um dia do fim-de-semana para dormires até mais tarde, acordares sem um alarme e ficares na cama por um período razoável. </li></ul>



<p>Tenta dormir por 8 h por noite de sono de qualidade durante uns dias e depois faz uma avaliação sincera sobre como te sentes.</p>



<p>Podes ler mais sobre a importância de um sono de qualidade <a href="https://sandraoliveira.net/os-tres-ss-que-tens-que-acertar/">neste artigo</a>.</p>
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		<item>
		<title>5 Erros a evitar se queres ter um estilo de vida mais saudável</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/erros-a-evitar-num-estilo-de-vida-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2019 12:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Erros]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida saudável]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sandraoliveira.net/?p=402</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aqui estão 5 erros que deves evitar quando tentas adotar um estilo de vida mais saudável. Criar mudanças no estilo de vida não deve ser difícil se estiveres bem informada, preparada e apoiada. Podes evitar estes erros ou passar por eles – a escolha é tua. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/erros-a-evitar-num-estilo-de-vida-saudavel/">5 Erros a evitar se queres ter um estilo de vida mais saudável</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O fim das férias já lá foi, o reboliço do começo
do novo ano letivo já passou, a estação mudou e sentes que a vida está a entrar
em velocidade cruzeiro… Talvez comeces agora a pensar que é altura de perder
aqueles quilinhos que ganhaste no verão ou que o ano está quase a acabar e que
ainda não te inscreveste no ginásio, como tinhas prometido que ias fazer no
início do ano…</p>



<p>Hoje quero partilhar cinco erros que deves evitar quando tentas adotar um estilo de vida mais saudável. Quero poupar-te tempo, estados de nervos e esforço. Eu acho que criar mudanças no estilo de vida não deve ser difícil se estiveres bem informada, preparada e apoiada.</p>



<p>Aqui estão algumas ações a serem evitadas se quiseres
ficar mais saudável com facilidade, eficiência e alegria:</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Fazer tudo de uma vez</h2>



<p>É extremamente avassalador e muitas vezes desanimador.
Criar refeições saudáveis, movimentares-te o suficiente, beber água, tomar
suplementos, stressar menos E manteres-te positiva ao mesmo tempo, acreditando
em ti mesma, PODE ser difícil. Então, vai devagar. Escolhe um aspeto a melhorar
de cada vez. Quando esses aspeto já estiver dominado, quando já se tiver
transformado num hábito saudável, passas a outro. E por aí vai&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Contar calorias e ficar obcecada com macros</h2>



<p>Durante muito tempo (e ainda permanece atualmente),
acreditava-se que as calorias consumidas deveriam ser iguais (ou inferiores) às
calorias gastas (o tal do balanço calórico). Embora não esteja totalmente
errado, existem mais alguns fatores envolvidos. Contar calorias e macros pode
ser útil em alguns casos, mas para a maioria das pessoas existe uma abordagem
muito melhor, mais fácil e sustentável. Eu adoro a abordagem low-carb. O termo
low carb refere-se ao baixo consumo de hidratos de carbono. É associado a
dietas que usam menores quantidades de hidratos de carbono do que o
“recomendado” pelas diretrizes. Este tipo
de alimentação, baixa em hidratos de carbono e rica em gorduras (saudáveis), é
muito saciante (devido à gordura), o que acaba por diminuir
naturalmente o apetite. Sem esforço!</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Praticar exercício de forma crónica e fazer
muito cardio</h2>



<p>A componente do exercício na perda de peso /
controlo de peso é sobrestimada e incompreendida. Os maiores benefícios do
exercício relacionam-se apenas ao movimento dos músculos e articulações e à
otimização das hormonas adaptativas, não à queima de calorias. O movimento
geral diário de baixa intensidade promove a saúde ideal, a função imune, o
metabolismo da gordura e a função cerebral. Em contraste, um padrão de
exercício crónico em busca de objetivos extremos ou focalizados de fitness pode
desencadear cravings aumentados por hidratos de carbono de energia rápida,
inibir o metabolismo da gordura, comprometer a função imune, esgotar os
mecanismos de gestão do stress do corpo e quebrar o tecido muscular magro. Como
componente da resposta de luta ou fuga (fight or flight), o exercício crónico
pode estimular mudanças hormonais no corpo que realmente promovem o
armazenamento de gordura &#8211; a tentativa do corpo de se recuperar do stress do
exercício e acumular energia para sobreviver a futuras sessões de exercícios stressantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Não ouvir o corpo</h2>



<p>É mais fácil ouvir os outros &#8211; e é bom estar
informada -, mas o teu corpo já tem a sabedoria e o conhecimento para te guiar em
direção à tua versão mais saudável. Precisamos aprender a ouvir!</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Ignorar o poder da mentalidade</h2>



<p>Nada de bom vem até nós se os nossos pensamentos não tiverem a melhor qualidade. Criamos a nossa realidade moldando os nossos pensamentos, sentimentos e ações. Quando te tratas corretamente: com amor, autoconsciência e orientação, promoves mudanças realmente positivas. E tudo começa na tua mente.</p>



<p>Quando optas por adoptar um estilo de vida saudável, podes evitar estes erros ou passar por eles – a escolha é tua. Estou aqui para te apoiar no que precisares!</p>
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		<item>
		<title>A doença de Alzheimer e a ligação ao açúcar</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/a-doenca-de-alzheimer-e-a-ligacao-ao-acucar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 11:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição e alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sandraoliveira.net/?p=342</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais de 80% das pessoas com doença de Alzheimer ou têm diabetes tipo 2 ou níveis anormais de açúcar no sangue. Tão perto está a ligação entre as duas condições que os cientistas optaram por se referirem ao Alzheimer como “diabetes tipo 3”.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo traduzido por Sandra Oliveira. O
original está <a href="https://medium.com/feed-your-brain/is-alzheimers-disease-type-3-diabetes-how-sugar-affects-the-brain-18f227d7389b">aqui</a>.</p>



<p>Chamam-lhe diabetes tipo 3 &#8211; por um bom
motivo.</p>



<p>Mais de 80% das pessoas com doença de
Alzheimer ou têm diabetes tipo 2 ou níveis anormais de açúcar no sangue. Tão
perto está a ligação entre as duas condições que os cientistas optaram por se referirem
ao Alzheimer como “diabetes tipo 3”.</p>



<p>As evidências que ligam o Alzheimer à diabetes
são convincentes e centram-se na insulina. A insulina é uma hormona secretada e
libertada pelo pâncreas quando os alimentos são ingeridos, principalmente
hidratos de carbono.</p>



<p>Os hidratos de carbono são decompostos no
intestino em unidades de glicose antes de entrar no sangue. É assim que o
açúcar no sangue sobe.</p>



<p>Os níveis de açúcar no sangue devem ser
rigorosamente regulados. Demasiado, ou muito pouco, são ambas situações
potencialmente perigosas. Quanto mais glicose no sangue, mais o pâncreas produz
insulina para baixar a glicose.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resistência à insulina: quando o açúcar no sangue dá para o torto</strong></h2>



<p>E é aí que tudo pode começar a correr mal.</p>



<p>O corpo humano não foi projetado para lidar com
um dilúvio regular de açúcar. Ele só consegue lidar com um tanto disso antes de
desenvolver sinais de não conseguir lidar com essa carga toda.</p>



<p>A resistência à insulina é um desses sinais. É
descrita como uma condição “pré-diabética” que surge quando o metabolismo da
insulina corre mal. Basicamente, isso significa que a insulina começou a perder
o seu efeito, e a glicose permanece no sangue em vez de ser processada
normalmente.</p>



<p>O corpo, sentindo que ainda há muito açúcar no
sangue, bombeia ainda mais insulina num esforço para lidar com isso, mas com
pouco ou nenhum efeito. Se isso persistir por tempo suficiente, a resistência à
insulina leva à diabetes.</p>



<p>A razão para o desenvolvimento de resistência
à insulina é bastante simples. Uma dieta implacável de comidas e bebidas
açucaradas, hidratos de carbono refinados (pão, arroz, batatas fritas, bolos, bolachas,
doces e assim por diante) acaba por cobrar o seu preço.</p>



<p>Esta forma extrema de dieta não é natural, mas
de alguma forma é agora considerada normal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da diabetes tipo 2 à diabetes tipo 3</strong></h2>



<p>Como é que isto se relaciona com a doença de
Alzheimer? Altos níveis de insulina podem interferir nos neurónios e afetar a
função cognitiva, incluindo a memória e a concentração. Maior exposição à
glicose também significa maior suscetibilidade a um processo conhecido como
glicação.</p>



<p>&#8220;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0925443908002093">O
diabetes mellitus tipo 2 (diabetes tipo 2) tem sido demonstrado estar associado
à demência</a>&#8220;</p>



<p>A glicação é a ligação entre diabetes e
Alzheimer. É um processo pelo qual certas proteínas são danificadas quando
expostas a altos níveis de glicose. Este processo de glicação cria proteínas
conhecidas como produtos finais de glicação avançada (AGEs).</p>



<p>Estes AGEs podem impedir que os neurónios
funcionem corretamente. Pesquisas descobriram que os cérebros de pessoas com
doença de Alzheimer têm altos níveis destes AGEs, em comparação com pessoas sem
a doença. Os AGEs contribuem para a formação de placas amilóides &#8211; uma
característica dos cérebros de pessoas com Alzheimer.</p>



<p>Em suma, uma dieta interminável de alimentos
açucarados e hidratos de carbono refinados dá origem à resistência à insulina,
que pode, em última análise, dar origem à diabetes tipo 2 e, mais tarde, à
doença de Alzheimer.</p>



<p>Sabe-se disso desde a década de 1990, quando a
literatura começou a emergir, mas só agora começam a “pingar” estas informações.
O termo &#8220;diabetes tipo 3&#8221; foi cunhado pela primeira vez por investigadores
que publicaram no <em>Journal of Alzheimer&#8217;s
Disease</em> em 2005. Uma massa crítica foi alcançada quando a revista <em>New Scientist</em> apresentou o tópico na
capa da edição de 1 de setembro de 2012.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A dieta cetogénica, Alzheimer e
diabetes tipo 3</strong></h2>



<p>A ligação entre o açúcar no sangue e a
demência pode soar alarmante, mas oferece enorme esperança. Isto porque a
diabetes tipo 2 é uma doença do estilo de vida e, portanto, muito evitável.</p>



<p>Com mudanças dietéticas adequadas, pode
reduzir as suas hipóteses de desenvolver diabetes tipo 2 e, simultaneamente,
reduzir as suas hipóteses de desenvolver diabetes tipo 3.</p>



<p>Pode ter ouvido falar da dieta cetogénica. Foi
originalmente (e ainda é) usada para tratar pessoas com epilepsia. De facto, é
considerada uma “<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3321471/">terapia comprovada
para epilepsia resistente a medicamentos</a>”. Aqui está a pista &#8211; a
epilepsia é uma desordem cerebral.</p>



<p>A dieta funciona extremamente bem.
Basicamente, é uma dieta rica em gorduras e muito baixa em hidratos de carbono.
Pela sua natureza, restringe muito a quantidade de insulina e, portanto, a
glicose no sangue. Sem hidratos de carbono para queimar como combustível, o
corpo muda para a produção, a partir de gordura, de algo chamado corpos
cetónicos.</p>



<p>“<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3321471/">O exemplo mais
notável de um tratamento dietético com eficácia comprovada contra uma condição
neurológica é a dieta cetogénica, com alto teor de gordura e baixo teor de
hidratos de carbono (KD)</a>.”</p>



<p>Não se trata apenas de epilepsia. A dieta
cetogénica &#8211; ou baixa em hidratos de carbono &#8211; também foi considerada
terapêutica no tratamento de pessoas com défice cognitivo ligeiro (DCL). O DCL
é um estágio pré-Alzheimer.</p>



<p>Os cientistas deram a 23 pessoas idosas ou uma
dieta rica em hidratos de carbono ou baixa em hidratos de carbono por seis
semanas. No final do estudo, aqueles com a dieta pobre em hidratos de carbono
experimentaram melhora no desempenho da memória verbal, juntamente com reduções
no peso e na circunferência da cintura.</p>



<p>&#8220;<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3116949/">Estes resultados
indicam que o consumo muito baixo de hidratos de carbono, mesmo a curto prazo,
pode melhorar a função da memória em adultos mais velhos com risco aumentado
para a doença de Alzheimer</a>&#8220;.</p>



<p>Como funciona a dieta cetogénica? Há duas
explicações possíveis para estes resultados encorajadores. Primeiro, o alto
nível de gordura na dieta repara os danos às células cerebrais. As cetonas
produzidas a partir da gordura fornecem um combustível alternativo ao cérebro, em
vez da glicose.</p>



<p>A segunda possibilidade é que a ausência de
açúcar e de hidratos de carbono refinados na dieta inicie o processo de cura e previna
mais danos.</p>



<p>Aqui está a outra coisa fantástica sobre a
dieta cetogénica. As cetonas são produzidas no fígado, seja pela gordura que
come ou pela gordura armazenada. Então, quando muda para uma dieta muito baixa
em hidratos de carbono, o seu corpo começa a queimar as suas reservas de
gordura e, consequentemente, perde peso.</p>



<p>Uma dieta cetogénica não reduz apenas a
secreção de insulina e o seu risco de desenvolver Alzheimer, mas também promove
a perda de peso. Isto é um excelente negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mantenha as coisas simples</strong></h2>



<p>Se é saudável, mas quer apenas reduzir o risco
de desenvolver diabetes e Alzheimer mais tarde, não precisa seguir a dieta
cetogénica com rigor. Basta cortar todos os hidratos de carbono desnecessários
e não saudáveis, especialmente qualquer coisa com adição de açúcar, incluindo
refrigerantes. Mesmo a variedade sem açúcar, adoçada com adoçantes artificiais,
faz estragos no seu açúcar no sangue.</p>



<p>Ninguém precisa de açúcar. Ninguém precisa de
biscoitos, bolos, doces, batatas fritas e refrigerantes. O seu corpo só precisa
de comida verdadeira e saudável. Você precisa de muita proteína &#8211; carne, peixe,
ovos, queijo &#8211; e muitos vegetais para acompanhar essa proteína.</p>



<p>As necessidades dietéticas humanas são
surpreendentemente simples.</p>



<p>Outra coisa que pode fazer é evitar lanches
entre as refeições. Além de ser supérfluos para as necessidades alimentares,
lanchar significa que a produção de insulina é constantemente estimulada. Ao abster-se
de petiscar você dá um descanso ao seu pâncreas, e ao seu corpo a possibilidade
de começar a queimar gordura como combustível.</p>



<p>O Alzheimer é uma doença complexa e existem
muitas causas possíveis. Mas, com os casos de diabetes tipo 2 e Alzheimer a aumentar
simultaneamente, e num ritmo alarmante, fazer mudanças na dieta que controlam a
glicose e a secreção de insulina tem que ser óbvio para qualquer pessoa que
queira manter uma boa saúde quando for idoso.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/a-doenca-de-alzheimer-e-a-ligacao-ao-acucar/">A doença de Alzheimer e a ligação ao açúcar</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A depressão é uma doença ou um sintoma de inflamação?</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/a-depressao-e-uma-doenca-ou-um-sintoma-de-inflamacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 10:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sandraoliveira.net/?p=335</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tanto a depressão quanto a ansiedade estão fortemente ligadas à inflamação e a perturbações da saúde intestinal, o que, por sua vez, pode ser causado por uma dieta pobre.<br />
Mudar a nossa dieta é uma das estratégias mais eficazes e importantes que podemos empregar para melhorar nossa saúde mental.<br />
Isso não significa que os medicamentos nem sempre são necessárias e úteis. Mas significa que não devem ser a única peça do quebra-cabeça, como tantas vezes são hoje.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/a-depressao-e-uma-doenca-ou-um-sintoma-de-inflamacao/">A depressão é uma doença ou um sintoma de inflamação?</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo traduzido por Sandra Oliveira. O
original está <a href="https://kresserinstitute.com/depression-disease-symptom-inflammation/?utm_campaign=Chris%20Kresser&amp;utm_source=hs_email&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=71957723&amp;_hsenc=p2ANqtz-8bK0BUpooZByuf1mk7hnbsEFLzHgFJawF8GUKxd3T60uX5UDt3OnFakZlMd98zPIELSGbHAfMfh5H4ex19UpZDY5kNjw&amp;_hsmi=71957723">aqui</a>.</p>



<p>A ideia de que a depressão e outras condições
de saúde mental são causadas por um desequilíbrio de substâncias químicas
(particularmente serotonina e norepinefrina) no cérebro está tão profundamente
arraigada na nossa psique coletiva que parece quase um sacrilégio questioná-la.</p>



<p>É claro que a indústria farmacêutica
desempenhou um papel na perpetuação dessa ideia. Os medicamentos antidepressivos,
que são baseados na teoria do desequilíbrio químico, representam um mercado de
10 bilhões de dólares apenas nos EUA. De acordo com o CDC (Center for Disease
Control), 11% dos norte-americanos com mais de 12 anos tomam antidepressivos e
são os segundos medicamentos mais prescritos (depois dos medicamentos redutores
de colesterol). Os médicos escreveram umas surpreendentes 254 milhões de
prescrições de antidepressivos em 2010. (<a href="https://www.nimh.nih.gov/about/directors/thomas-insel/blog/2011/antidepressants-a-complicated-picture.shtml">1</a>)</p>



<p>No entanto, independentemente do quão popular
esta teoria se tornou, ela está repleta de problemas. Por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Reduzir os níveis de
norepinefrina, serotonina e dopamina não produz depressão em humanos, embora
pareça fazê-lo em animais.</li><li>Embora alguns pacientes deprimidos
tenham baixos níveis de serotonina e norepinefrina, a maioria não tem. Vários
estudos indicam que apenas 25% dos pacientes deprimidos têm baixos níveis
destes neurotransmissores.</li><li>Alguns pacientes deprimidos têm
níveis anormalmente altos de serotonina e norepinefrina, e alguns pacientes sem
histórico de depressão têm níveis baixos. (<a href="https://chriskresser.com/the-chemical-imbalance-myth/?__hstc=25621602.d0e37c3dc3cf18b7b223651b1b35f9d2.1556270274488.1556270274488.1556274331525.2&amp;__hssc=25621602.1.1556274331525&amp;__hsfp=4123141641&amp;_ga=2.167905953.1823070405.1556270271-1986054392.1556270271">2</a>)</li></ul>



<p>E se a depressão não for causada por um
&#8220;desequilíbrio químico&#8221; afinal? Mais especificamente, e se a
depressão em si não for uma doença, mas um sintoma de um problema subjacente?</p>



<p>Isto é exatamente o que a investigação mais
recente sobre depressão nos está a dizer. Uma nova teoria chamada “Modelo de
Depressão da Citocina Imune” sustenta que a depressão não é uma doença em si,
mas sim um “sinal multifacetado de ativação crónica do sistema imunológico”. (<a href="http://www.cytokines-and-depression.com/chapter7.html">3</a>)</p>



<p>Para deixar claro: a depressão pode ser um
sintoma de inflamação crónica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A
ligação entre depressão e inflamação</strong></h2>



<p>Um grande corpo de pesquisas sugere agora que
a depressão está associada a uma resposta inflamatória crónica de baixo grau e
é acompanhada por um aumento do <em>stress</em>
oxidativo.</p>



<p>Num excelente artigo de revisão de Berk <em>et al</em>, os autores apresentaram várias
linhas de evidência apoiando a ligação entre depressão e inflamação: (<a href="https://bmcmedicine.biomedcentral.com/articles/10.1186/1741-7015-11-200">4</a>)</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A depressão está frequentemente
presente em doenças inflamatórias agudas. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20015486">5</a>)</li><li>Níveis mais altos de inflamação
aumentam o risco de desenvolver depressão. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21037214">6</a>)</li><li>A administração de endotoxinas que
provocam inflamação em pessoas saudáveis desencadeia sintomas depressivos
clássicos. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11343523">7</a>)</li><li>Um quarto dos pacientes que tomam Interferon,
um medicamento usado para tratar a hepatite C que causa inflamação
significativa, desenvolve depressão grave. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22967776">8</a>)</li><li>A remissão da depressão clínica
está frequentemente associada à normalização dos marcadores inflamatórios. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21796103">9</a>)</li></ul>



<p>Durante uma reação inflamatória são produzidas
substâncias químicas, chamadas “citocinas”. Estas incluem o fator de necrose
tumoral (TNF) α, interleucina (IL) -1, interferon (IFN) e interleucina (IL)
-10, entre outros. Os investigadores descobriram, no início da década de 1980,
que as citocinas inflamatórias produzem uma ampla variedade de sintomas
psiquiátricos e neurológicos que refletem perfeitamente as características
definidoras da depressão. (<a href="http://www.cytokines-and-depression.com/chapter7.html">10</a>)</p>



<p>Curiosamente, os antidepressivos
(particularmente SSRIs) têm mostrado reduzir a produção de citocinas
pró-inflamatórias, como o TNF-α, IL-1, interferon IFN-ɣ e aumentar a produção
de citocinas anti-inflamatórias como a IL-10. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8880223">11</a>, <a href="https://www.nature.com/articles/1395271">12</a>)
Também mudam a expressão dos genes de algumas células imunes envolvidas em
processos inflamatórios. Isto sugere que os ISRSs são anti-inflamatórios, o que
explicaria o seu mecanismo de ação se a inflamação fosse o principal responsável
pela depressão.</p>



<p>A pesquisa sobre este tema é robusta e a ligação
entre depressão e inflamação está bem estabelecida. Mas se a depressão é
causada principalmente pela inflamação, a pergunta óbvia que surge é: &#8220;o
que está a causar a inflamação?&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Causas
comuns de inflamação e depressão</strong></h2>



<p>Se acompanha o meu blog há algum tempo, sabe
que a inflamação está na raiz de quase todas as doenças modernas, incluindo
diabetes, Alzheimer, doenças cardiovasculares, doenças auto-imunes, alergias,
asma e artrite. Então, talvez não seja surpresa que a depressão também seja
causada pela inflamação.</p>



<p>A desvantagem desta ligação é que a nossa
dieta e estilo de vida modernos estão cheios de fatores que provocam inflamação
&#8211; e, portanto, causam doenças. A vantagem é que, se abordarmos estes fatores e
reduzirmos a inflamação, poderemos prevenir e até mesmo reverter as doenças
crónicas e inflamatórias que se tornaram um elemento tão importante da
civilização industrial.</p>



<p>De acordo com os autores do artigo de revisão
de Berk <em>et al</em> referido acima, as
seguintes são as causas mais comuns de inflamação associadas à depressão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dieta</strong></h2>



<p>Existem vários problemas com a dieta moderna. É rica em alimentos que provocam inflamação, como farinha refinada, excesso de açúcar, gorduras oxidadas (rançosas), gorduras trans e uma ampla gama de produtos químicos e conservantes. E é pobre em alimentos que reduzem a inflamação, como gorduras ómega-3 de cadeia longa, alimentos fermentados e fibras fermentáveis. Numerosos estudos associaram a dieta ocidental a grandes transtornos depressivos. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20048020">13</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Obesidade</strong></h2>



<p>Uma das consequências mais danosas da dieta
moderna tem sido o aumento dramático da obesidade. A obesidade é um estado
inflamatório. Estudos têm mostrado níveis mais altos de citocinas inflamatórias
em pessoas obesas, e a perda de peso está associada à diminuição dessas
citocinas. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22429824">14</a>) A obesidade
está intimamente ligada à depressão, e embora essa relação seja provavelmente
multifatorial e complexa, a inflamação parece desempenhar um papel significativo.
(<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21414128">15</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saúde intestinal</strong></h2>



<p>As perturbações no microbioma intestinal e o
intestino permeável (isto é, a permeabilidade intestinal) demonstraram que
contribuem para a inflamação e estão correlacionadas com a depressão. Por
exemplo, um intestino permeável permite que endotoxinas chamadas
lipopolissacarídeos (LPS) escapem do intestino e entrem na corrente sanguínea,
onde provocam a libertação de citocinas inflamatórias, como TNF-α, IL-1 e
COX-2. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7706475">16</a>) E numerosos
estudos associaram mudanças desfavoráveis às bactérias que habitam o nosso
intestino com grandes transtornos depressivos. (17)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Stress</strong></h2>



<p>O stress pode ser uma das causas mais óbvias
de depressão, mas a ligação entre stress e inflamação é menos conhecida.
Pesquisas mostraram que o stress psicossocial estimula a rede de citocinas
pró-inflamatórias, incluindo aumentos de TNF-α e IL-1. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1777728">18</a>)
Estes aumentos nas citocinas inflamatórias, por sua vez, estão intimamente
relacionados aos sintomas depressivos, como descrito acima.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atividade
física</strong></h2>



<p>Há uma enorme quantidade de evidências que
indicam que o exercício é um tratamento eficaz para a depressão &#8211; em muitos
casos, tão eficaz ou mais do que medicamentos antidepressivos. Também há
evidências que previne a depressão em pessoas saudáveis, sem sintomas
pré-existentes. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20422333">19</a>)
Curiosamente, enquanto o exercício produz inicialmente as mesmas citocinas
inflamatórias que estão associadas à depressão, isso é rapidamente seguido pela
indução de substâncias anti-inflamatórias. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12831830">20</a>) Isto é
conhecido como um efeito hormético, em que um stressor inicial provoca uma
resposta compensatória no corpo que tem consequências positivas a longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Privação
de sono</strong></h2>



<p>A falta de sono crónica demonstrou aumentar os
marcadores inflamatórios mesmo em pessoas saudáveis. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3548567/">21</a>) E,
embora a privação temporária de sono tenha sido usada para melhorar a depressão
terapeuticamente, a falta de sono crónica é um fator bem conhecido que
contribui para o desenvolvimento da depressão em primeiro lugar. (<a href="https://psycnet.apa.org/record/2006-10343-008">22</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infeção
crónica</strong></h2>



<p>Infeções crónicas produzem inflamação
contínua, então não é nenhuma surpresa ver que a depressão está associada com
Toxoplasma gondii, vírus do Nilo Ocidental, Clostridium difficile e outros
patógenos. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24715687">23</a>, <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24137729">24</a>,
<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23929558">25</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cárie
dentária e doença periodontal</strong></h2>



<p>A cárie dentária e a doença periodontal são
outra fonte de inflamação crónica e, portanto, uma causa potencial de
depressão. De acordo com um grande estudo de mais de 80.000 adultos, os
investigadores descobriram que as pessoas com depressão eram mais propensas a
ter perda de dentes, mesmo após o controlo de vários fatores demográficos e de
saúde. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21883356">26</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Deficiência
de vitamina D</strong></h2>



<p>Níveis baixos de vitamina D são comuns em
populações ocidentais, e há evidências crescentes que ligam a deficiência de
vitamina D à depressão. A vitamina D modula as respostas imunes à infeção,
incluindo a redução de marcadores inflamatórios, como TNF-α e IL-1, que estão
associados à depressão. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22925537">27</a>) A
suplementação com vitamina D para normalizar os níveis séricos de 25D mostrou
reduzir os marcadores inflamatórios em alguns, mas não em todos os casos. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22805498">28</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Considerações
finais e recomendações</strong></h2>



<p>A descoberta, no início da década de 1980, de
que as citocinas inflamatórias produzem todos os sinais e sintomas
característicos da depressão deveria ter causado um grande impacto. Pela
primeira vez, os cientistas descobriram uma classe de moléculas que eram forte
e consistentemente associadas à depressão e, quando administradas a voluntários
saudáveis, produziam todos os sintomas necessários para o diagnóstico de
depressão.</p>



<p>Infelizmente, a teoria do “desequilíbrio
químico” continua a ser o paradigma dominante para a compreensão da depressão
quase 30 anos após essa enorme descoberta, apesar da fraca correlação entre
serotonina, noradrenalina e dopamina e sintomas depressivos. Provavelmente há
vários motivos para isso &#8211; e estaria correto se adivinhasse que alguns deles
são financeiros -, mas deixarei essa discussão para outra ocasião.</p>



<p>O significado desta descoberta é enorme &#8211;
tanto para pacientes quanto para clínicos. Ele muda o nosso foco de ver a
depressão como sendo uma doença causada por um desequilíbrio químico, que
muitas vezes requer medicação para corrigir, para ser um sintoma de um problema
subjacente mais profundo. Também leva a caminhos completamente novos de
tratamento &#8211; muitos deles mais eficazes e seguros do que os antidepressivos.</p>



<p>Entender as raízes físicas da depressão pode
ter um efeito profundo nas pessoas que sofrem com isso. Embora o estigma em
torno da depressão tenha diminuído nos últimos anos, muitos dos que estão
deprimidos ainda carregam o fardo de pensar que há algo de errado com eles, e a
depressão que sentem é “culpa deles”. Quando os meus pacientes com depressão
aprendem que há uma causa fisiológica subjacente para os seus sintomas,
geralmente sentem uma tremenda sensação de alívio e empoderamento. Além disso,
quando abordamos essa causa subjacente, o seu humor melhora drasticamente e rapidamente
percebem que o autojulgamento e a vergonha que sentiam por estar deprimidos
eram equivocados e injustificados.</p>



<p>Não pretendo sugerir que fatores emocionais e
psicológicos não desempenham um papel importante na depressão. Em muitos casos
desempenham, e <a href="https://chriskresser.com/the-heart-of-depression/?__hstc=25621602.d0e37c3dc3cf18b7b223651b1b35f9d2.1556270274488.1556270274488.1556274331525.2&amp;__hssc=25621602.1.1556274331525&amp;__hsfp=4123141641&amp;_ga=2.239144835.1823070405.1556270271-1986054392.1556270271">escrevi
sobre esse assunto antes</a> no ChrisKresser.com. No entanto, a
suposição de que a depressão é causada exclusivamente por esses fatores não é,
obviamente, verdadeira, e muitas vezes essas outras causas subjacentes
potenciais não são exploradas. O médico prescreve um antidepressivo, o paciente
o toma e esse é o fim da conversa.</p>



<p>Com isto em mente, o que pode fazer se estiver
a sofrer de depressão? Siga estes dois passos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Adote uma dieta e um estilo de vida anti-inflamatórios</strong>. Isso significa comer uma dieta rica em nutrientes, com alimentos integrais, dormir o suficiente, controlar o stress, praticar atividades físicas apropriadas (não muito pouco nem em demasia) e nutrir o seu intestino. Para mais informações sobre como fazer isso, veja meu livro The Paleo Cure.</li><li><strong>Investigue outras causas subjacentes da inflamação</strong>. Por conta própria ou com a ajuda de um bom praticante de medicina funcional, explore outras possíveis causas de inflamação que possam estar a contribuir para a depressão. Estes incluem problemas intestinais (SIBO &#8211; <em>Small Intestinal Bacterial Overgrowth</em> (sobrecrescimento de bactérias no intestino delgado), intestino permeável, disbiose, infeções, etc.), infeções crónicas (virais, bacterianas, fúngicas), baixos níveis de vitamina D, cárie dentária e doença periodontal, exposição a metais pesados e bolor ou outras biotoxinas, apneia do sono obstrutiva e muito mais.</li></ol>



<p>Nota da tradutora: Se queres saber mais sobre alimentação saudável podes ler este <a href="https://sandraoliveira.net/o-que-comer-e-o-que-evitar-para-uma-vida-longa-com-saude/">artigo. </a>Se queres saber mais sobre que exercício físico podes fazer para promover a tua saúde podes ler este <a href="https://sandraoliveira.net/um-plano-de-exercicios-tao-facil-que-ate-o-homem-das-cavernas-o-seguiu/">artigo</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/a-depressao-e-uma-doenca-ou-um-sintoma-de-inflamacao/">A depressão é uma doença ou um sintoma de inflamação?</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comida embalada: sabes o que estás a comer?</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/comida-embalada-sabes-o-que-estas-a-comer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 11:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição e alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sandraoliveira.net/?p=330</guid>

					<description><![CDATA[<p>Num mundo ideal, comeríamos apenas comida de verdade. E o que é comida de verdade? Comida de verdade é comida que se estraga! É comida em que o ingrediente é a própria comida. Mas, como não vivemos num mundo ideal, até mesmo para a pessoa mais consciente quanto à alimentação é inevitável ter que recorrer a produtos embalados de vez em quando. O segredo é ter uma ideia completa do que estamos a consumir. Para isso é essencial aprender a ler e interpretar os rótulos dessas embalagens.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/comida-embalada-sabes-o-que-estas-a-comer/">Comida embalada: sabes o que estás a comer?</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Num mundo ideal, comeríamos apenas comida de
verdade. E o que é comida de verdade? Comida de verdade é comida que se estraga! É comida em que o
ingrediente é a própria comida. Mas, como não vivemos num mundo ideal, até
mesmo para a pessoa mais consciente quanto à alimentação é inevitável ter que
recorrer a produtos embalados de vez em quando. O segredo é ter uma ideia
completa do que estamos a consumir. Para isso é essencial aprender a ler e
interpretar os rótulos dessas embalagens.</p>



<p>Ler rótulos, além de nos ajudar a evitar
armadilhas óbvias relacionadas à dieta, como o excesso de açúcar, é uma forma
de auto-conhecimento alimentar, pois sabendo o que estamos a colocar para
dentro podemos observar como é que isso nos faz sentir diariamente. Por
exemplo, certos sabores e cores artificiais foram associados à hiperatividade,
enquanto outros ingredientes, como álcoois de açúcar, podem causar problemas
digestivos. Entender a relação entre os alimentos que ingerimos e a forma como
afetam a nossa saúde geral leva o seu tempo e a melhor maneira de começar este
processo é sabendo ler e interpretar os rótulos dos alimentos.</p>



<p>Aqui estão algumas orientações para começares:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto menos ingredientes melhor</h2>



<p>Os ingredientes são listados em ordem de peso,
então os primeiros itens da lista compõem a maior parte da comida. Procura
alimentos que contenham ingredientes não processados e reconhecíveis. Se não
consegues pronunciar ou se não reconheceres alguns dos ingredientes, coloca o
produto de volta na prateleira!</p>



<p>Outra regra comum é procurar por alimentos com
cinco ingredientes no máximo. Listas longas geralmente são um sinal de que um
produto tem extras desnecessários, como conservantes artificiais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os ingredientes podem mudar</h2>



<p>Mesmo que compres sempre o mesmo produto há anos ainda é uma boa ideia olhar para a lista de ingredientes de vez em quando. As coisas mudam!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evita as gorduras inimigas</h2>



<p>As gorduras trans aumentam o LDL (&#8220;mau&#8221;colesterol), reduzem o HDL (&#8220;bom&#8221; colesterol). Procura alimentos sem gordura trans. A melhor coisa a fazer é ficar longe de alimentos que contêm óleos parcialmente ou totalmente hidrogenados, que contêm grandes quantidades de gorduras trans e outras substâncias gordurosas alteradas. As gorduras trans quimicamente alteradas são encontradas na maioria dos produtos convencionalmente processados, embalados, congelados e <em>fast food</em> (por exemplo, bolachas, batatas fritas, biscoitos, bolos de pastelaria, gorduras vegetais e alimentos <em>fast foods</em> fritos). </p>



<p>Os óleos hidrogenados são projetados para
serem impermeáveis às bactérias, de modo a que possam ficar nas prateleiras dos
supermercados por longos períodos de tempo. É alguma surpresa que os nossos
próprios corpos tenham dificuldade em quebrar e processar estes compostos
sintéticos?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fica alerta para o açúcar escondido</h2>



<p>O açúcar branco é altamente processado e desprovido
de nutrientes. Quando o rótulo diz açúcar, em princípio, é este a que se
refere. Mas o açúcar pode também estar disfarçado sob muitos nomes diferentes.
Seja dextrose, frutose, galactose, glicose, lactose, levulose, maltose,
sacarose, manitol, sorbitol, xilitol, açúcar de beterraba, açúcar de milho,
adoçante de milho, xarope de milho rico em frutose, açúcar invertido, isomalte,
maltodextrinas, açúcar de coco ou maple syrup. Podes até encontrar mais do que
um na lista. Todas estas designações são apenas variações de açúcares
adicionados, com alto teor calórico e baixo teor de nutrientes.</p>



<p>Os álcoois de açúcar merecem menção especial &#8211;
existem muitos tipos diferentes, alguns dos mais comuns incluem: sorbitol,
manitol e maltitol. Uma comida adoçada com “álcoois de açúcar” pode dizer “0
gramas de açúcar” no rótulo nutricional, mas se o produto for rotulado como
“sem açúcar” ou “sem adição de açúcar”, o fabricante deve listar a contagem de
álcool de açúcar separadamente.</p>



<p>Em geral, os álcoois de açúcar não são
completamente absorvidos pelo corpo, o que significa que podem ter menos
impacto sobre o açúcar no sangue, mas os efeitos colaterais são muitas vezes o
desconforto intestinal, inchaço e gases.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escolhe os hidratos de carbono com sabedoria e evita açúcares adicionados</h2>



<p>A principal coisa a ter em mente é que os
hidratos de carbono complexos (ou seja, os hidratos de carbono em alimentos
naturais e fibrosos, como frutas e verduras) são infinitamente melhores para
nós do que os hidratos de carbono simples, como o açúcar refinado. A presença
de fibras em hidratos de carbono complexos faz com que o teu corpo particione
os alimentos mais lentamente, evitando picos repentinos de açúcar no sangue. É
por isso que comer uma fruta é uma opção mais saudável do que simplesmente
beber o seu sumo &#8211; a fruta inteira contém fibra, enquanto o sumo foi processado
e despojado de fibra.</p>



<p>Quando olhas para um rótulo de um produto
alimentar, percebes que não há quantidade diária recomendada para o açúcar; a
quantidade de açúcar na comida é simplesmente listada em gramas. Mas a maioria
de nós não consegue realmente visualizar um grama de açúcar. Para obteres uma
imagem melhor, tenta converter os gramas em colheres de chá dividindo por 4.
Por exemplo, 20 gramas de açúcar equivalem a 5 colheres de chá de açúcar. Ao
ler os rótulos, podes perceber que a tua ingestão diária de açúcar inclui muito
mais do que pensas!</p>



<p>Mantem as coisas simples, escolhendo hidratos
de carbono complexos, e mantendo os açúcares adicionados ao mínimo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Olha para a quantidade de fibra</h2>



<p>Atualmente recomenda-se uma ingestão diária de,
pelo menos, 25g de fibra. A fibra é um componente crucial de qualquer alimento,
pois ajuda a prevenir grandes oscilações no nível de açúcar no sangue, mantém o
cólon saudável e, o melhor de tudo, favorece a sensação de satisfação,
protelando o aparecimento da fome.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atenção ao sódio</h2>



<p>O sódio é um
mineral essencial à vida e o baixo consumo de sódio está associado a
mortalidade precoce. Dietas pobres em sal podem ter efeitos colaterais: quando
o sal é cortado, o corpo responde libertando renina e aldosterona &#8211; uma enzima
e uma hormona, respetivamente &#8211; que elevam a tensão.</p>



<p>No entanto, como em tudo, quando consumimos sódio em excesso também surgem problemas. A principal fonte desse excesso reside nos produtos industrializados, daí a importância de olharmos para os valores de sódio indicados no rótulo.</p>



<p>A ingestão de
sal recomendada pela OMS é de até 5 gramas por dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Olha para o tamanho da dose</h2>



<p>Observa os factos nutricionais e o tamanho da
porção. A informação nutricional refere-se, em regra, a uma porção de 100g, o
que significa que podes ter que multiplicar todos os valores listados para
obter uma imagem precisa de quantas calorias ou quanto açúcar há numa única
embalagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Verifica as calorias</h2>



<p>Embora as calorias sejam apenas parte da questão quando se trata de ler rótulos, são vitais para te ajudar a determinar o tamanho adequado das porções. Calorias são energia e, de acordo com o <a href="http://www.alimentacaosaudavel.dgs.pt/biblioteca/saude-e-doenca-alimentacao-saudavel/">Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável</a>, os valores médios de energia aconselhados para adultos saudáveis oscilam entre as 1800 e as 2500 calorias (estes cálculos variam de acordo com a idade, sexo e atividade física). Portanto, se escolheres um alimento com 700 calorias por porção, tem em mente o quanto ele representa na tua ingestão diária de calorias.</p>



<p>Quando começas a ler os rótulos dos alimentos podes ficar com a sensação que arranjaste um segundo emprego. Mas quando entrares no ritmo, isso se torna mais natural. </p>



<p>Se quiseres saber mais sobre alimentação saudável, lê <a href="https://sandraoliveira.net/o-que-comer-e-o-que-evitar-para-uma-vida-longa-com-saude/">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/comida-embalada-sabes-o-que-estas-a-comer/">Comida embalada: sabes o que estás a comer?</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>15 maneiras de combater o stress</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/15-maneiras-de-combater-o-stress/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 10:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sandraoliveira.net/?p=325</guid>

					<description><![CDATA[<p>O stress no mundo moderno tornou-se crónico e constante. E, apesar do ser humano vir equipado com sistemas de resposta ao stress, esses níveis de stress prejudicam muito a nossa saúde. Este post refere quinze dicas específicas para evitar, gerir e superar o stress do mundo moderno.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/15-maneiras-de-combater-o-stress/">15 maneiras de combater o stress</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O stress no mundo
moderno tornou-se crónico e constante. E, apesar do ser humano vir equipado com
sistemas de resposta ao stress, esses níveis de stress prejudicam muito a nossa
saúde. Conforme te prometi <a href="https://sandraoliveira.net/os-tres-ss-que-tens-que-acertar/">aqui</a>,
este post refere quinze dicas específicas para evitar, gerir e superar o stress
do mundo moderno.</p>



<p>Por <a href="https://www.marksdailyapple.com/mark-sisson/">Mark Sisson</a></p>



<p>Precisamos de stress – só não precisamos de demasiado. Vale mencionar que muitas coisas podem ser consideradas stressantes dependendo do contexto. Levantar coisas pesadas é stressante, e a quantidade certa faz com que os músculos, o tecido conjuntivo e os ossos reajam ficando mais fortes, o que é desejável; muita ou pouca recuperação, e os músculos, tecido conjuntivo e ossos sofrem e atrofiam, o que é indesejável. É sobre contexto, quantidade e qualidade. Com isso em mente, vou dividir estratégias anti-stress em categorias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fortalecer</strong></h2>



<p>Mais vale prevenir&#8230; conheces o ditado. Assim como o Batman depende de grandes quantidades de tempo de preparação para derrotar os seus oponentes, muitas vezes fisicamente superiores, os nossos corpos saem-se melhor quando estabelecemos uma base sólida antes que o stress aconteça. O que significa:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prepara-te
para o murro</h3>



<p>O stress virá. Não pode ser evitado. Aceita isso. Na minha experiência, se não fizeres isso e o stress chegar, será mais difícil do que se tivesses aceitado a sua inevitabilidade. A forma como pensas sobre stress afeta, e até determina, como ele se expressa na tua fisiologia. Então flexiona os abdominais e <strong>prepara-te para o murro</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Planeia</h3>



<p>Não há nada errado com um pouco de ordem na tua vida, especialmente se estiveres preocupada com o stress relacionado à família. Pessoalmente odeio improvisar quando estão envolvidos grandes grupos; Eu gosto de saber o que estamos a fazer, com quem estamos a fazer e quando isso vai acontecer. <strong>Se as coisas tiverem o potencial de escapar ao controlo, faz uma agenda para minimizar o descontrolo.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Equilibra a tua ingestão de ácidos graxos Ómega 6 para Ómega 3</h3>



<p>Os nossos corpos usam os PUFAs (ácidos gordos polinsaturados) que comemos para fabricar citoquinas inflamatórias, que fazem parte da resposta ao stress. Se a relação está fora de sintonia, a resposta aos elementos provocadores de stress será excessivamente inflamatória. Uma superabundância de gorduras ómega-6, por exemplo, produzirá uma superabundância de IL-6, uma das principais citoquinas inflamatórias de resposta ao stress que é potente em pequenas doses, mas esmagadora em grandes doses. <strong>Evita óleos de sementes industriais, óleos vegetais e tenta comer peixe gordo. Toma óleo de peixe e dá preferência a produtos de animais de pastagem.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Vive
de forma saudável</h3>



<p>Ser mais saudável, mais forte, mais apta e menos perturbada metabolicamente irá preparar o teu corpo para o próximo ataque, e adotar um modo de vida natural à espécie humana é a melhor maneira de conseguir essas coisas. <strong>Deixa os cereais, açúcar e óleos de sementes, se ainda não o fizeste; começa um treino de resistência e um regime de corrida para construir esses músculos e reservas, porque vais precisar deles; inicia um horário de sono normal e saudável. Tens isso na cabeça há semanas, mas é hora de o fazer já.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Evitar</strong></h2>



<p>Evitar o stress desnecessário e excessivo é o
melhor caminho, mas também é o mais complicado. Ah, suponho que poderíamos ir a
Thoreau e tornarmo-nos eremitas para evitar o stress social, mas depois
enlouqueceríamos com o stress do isolamento. Vamos explorar algumas estratégias
eficazes e realistas para evitar o stress.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conhece
os teus limites e mantém-te fiel a eles</h3>



<p>O homem é finito. Não podemos estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Sê honesta contigo mesma ao repartires o teu tempo. Provavelmente não podes concluir o trabalho ao meio-dia, fazer duas reuniões ao almoço, ir ao supermercado, preparar uma refeição de cinco pratos e, depois, encontrares-te com amigos para tomar um copo tudo num único dia, sem dares em doida com o stress de tudo. Mas se fores honesta sobre os teus limites desde o início, não terás falhado e não haverá stress – porque, em primeiro lugar, nunca te convenceste de que o impossível podia ser feito. <strong>Não assumas compromissos excessivos!</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Opta
por stress agudo, em vez de stress crónico</h3>



<p>Nós fomos feitos para lidar com o stress agudo. Coisas como ataques de animais, desastres naturais, confrontos na rua &#8211; estes são exemplos de elementos desencadeadores de stress agudo. Podem não ser agradáveis, por si só, mas fazem-nos sentir vivos. O tempo desacelera, os teus sentidos apuram-se, e ficas rígido. Mas o que dizer de ficar no trânsito por duas horas todos os dias a caminho para o trabalho? Não é empolgante. É um stress crónico entorpecedor que te deixa louca. Eu não estou a pedir para seres assaltada ou lutares com um leão da montanha; eu estou a dizer em vez de te sentares em casa ou lutares contra as multidões nas férias, faz uma caminhada. Desce um trilho e sobe alguns pedregulhos. Suja-te e não fujas do terreno acidentado. <strong>Choca o teu sistema com aqueles elementos de stress agudo do mundo real, em vez de te submeteres ao stress crónico.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Faz
uma coisa de cada vez</h3>



<p>As pessoas estão obcecadas com a multitarefa. A capacidade (ou devo dizer vontade de tentar?) de fazê-lo tornou-se um pré-requisito para currículos e entrevistas de emprego. Já não é algo que ocorre ocasionalmente durante o dia de trabalho, tornou-se a norma. As pessoas enviam mensagens de texto enquanto conduzem, verificam o email enquanto se alimentam, verificam cotações de ações durante o treino e navegam no Facebook nos seus telefones no meio das conversas. E, no entanto, apesar de todo o foco na multitarefa, há evidências consideráveis de que a multitarefa verdadeiramente simultânea é impossível. Em vez de colocar várias tarefas no mesmo espaço temporal, os nossos cérebros estão, na verdade, a voar entre vários fluxos a uma velocidade vertiginosa. A ilusão de multitarefa está lá, mas nós estamos apenas a correr como loucos dentro das nossas cabeças. O resultado é uma compreensão e envolvimento mais superficial com as tarefas, e um cérebro mais disperso e esparramado. <strong>Tenta concentrar-te numa única tarefa, item ou dever de uma só vez antes de passar para a próxima</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Desconecta-te</h3>



<p>Retira-te de situações stressantes. Desliga o computador, desliga o portátil, deixa o telemóvel em casa. Caminha até a loja da esquina, não conduzas. Desliga a TV e volta para os teus entes queridos. Fala sobre as coisas, lê histórias, conta piadas. É assim que os humanos normalmente relaxam e se revigoram, com estimulação mental e social. <strong>Desconecta-te dos écrans de LCD (ou plasma) e da iluminação artificial, e conecta-te com as pessoas que amas.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Gerir</strong></h2>



<p>Prevenção, evasão,
aceitação &#8211; tudo isso é bom e elegante, mas às vezes só queres saber se há
algum tipo de dieta, estilo de vida ou suplementos para aliviar o stress,
especialmente depois do stress já ter chegado e parecer querer instalar-se.
Felizmente, existem algumas coisas que podes tentar, suplementos que podes
tomar e estratégias que podes empregar:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Respira</h3>



<p>Respirar profundamente pode reduzir o stress, promovendo o relaxamento. <strong>Concentra-te apenas na respiração com o diafragma, inspirando pelo nariz e expirando &#8211; lentamente &#8211; pela boca.</strong> Usa um cântico ou um assistente metronómico se precisares de orientação para respirar profunda e ritmicamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Explora o reino turvo da causalidade
e correlação</h3>



<p>Pessoas felizes não estão stressadas. Estão felizes porque estão livres de stress ou estão livres de stress porque estão felizes? E para ir um pouco mais longe, estão felizes porque estão a sorrir, ou estão a sorrir porque estão felizes? Se és infeliz, sem justificação para sorrir, o sorriso produz sentimentos felizes? Não tenho certeza, mas na minha experiência, estes estados mentais são todos maleáveis, em vez de ser uma coisa linear de causa e efeito, o sorriso e o estado de espírito estão sujeitos a um ciclo de feedback. Sorri o suficiente e, eventualmente, começas a senti-lo, e a partir daí torna-se numa bola de neve (também dá para o contrário). Se estás stressada e prestes a perder as estribeiras, tenta explodir em gargalhadas ou forçar um grande sorriso radiante. Pensa numa piada engraçada se isso ajudar, mas o importante é o ato físico de rir e / ou sorrir. Tentar não vai fazer mal, e eu acho que ficarás surpresa com os resultados. <strong>Força um sorriso ou ri-te quando enfrentares o stress.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Torna-te amorosa</h3>



<p>Suponho que isto também pode ser &#8220;faz algo divertido&#8221;, mas isso é não dar os devidos créditos ao sexo. Sexo é incrivelmente divertido, sim, mas é muito mais que isso. É tecnicamente a razão final de estarmos aqui (pelo menos do ponto de vista do gene), a ler estas coisas e a tentar melhorar-nos &#8211; para que possamos viver o suficiente e bem o suficiente para ter sexo suficiente para fazermos mais de nós. Também é uma coisa bonita, um &#8220;libertador&#8221; de stress (e outras coisas) que a maioria das pessoas provavelmente não faz o suficiente. Ironicamente, também pode ser a fonte de stress, se não estiveres envolvida ou se tiveres alguns problemas com relação a isso. Seja qual for o teu relacionamento com o ato, fazer mais com uma pessoa que significa algo para ti é uma poderosa atividade anti-stress. <strong>Faz mais sexo</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Toma
mais magnésio</h3>



<p>A maioria das pessoas provavelmente obtém quantidades insuficientes de magnésio alimentar, mas é um dos minerais mais importantes para a saúde em geral, incluindo o sistema de resposta ao stress. É quase impossível ter uma overdose (só precisas ir à casa de banho), tornando-se muito seguro suplementar &#8211; então faz isso!<strong> Toma um pouco de magnésio se não estiveres a comer verduras e frutos secos regularmente (fala antes como teu médico ou nutricionista).</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Bebe
chá</h3>



<p>O cortisol excessivo é o mauzão, obviamente, e o chá preto tem mostrado reduzir o stress, diminuir o cortisol induzido pelo stress e aumentar o relaxamento quando comparado ao placebo. O chá verde também não é mau no caso de stress psicológico.<strong> Bebe uma chávena ou duas por dia e mistura verde com preto.</strong></p>



<p>Existem muitas
outras estratégias para evitar ou mitigar o stress, incluindo a linha padrão da
vida ancestral &#8211; come alimentos integrais e verdadeiros, levanta coisas
pesadas, movimenta-te muito, corre de vez em quando, toma sol, faz uma pausa na
loucura e dorme bem.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/15-maneiras-de-combater-o-stress/">15 maneiras de combater o stress</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Levanta-te, tira os sapatos e suja-te um pouco</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/levanta-te-tira-os-sapatos-e-suja-te-um-pouco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2019 10:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição e alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Jejum intermitente]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Postura]]></category>
		<category><![CDATA[saúde intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sandraoliveira.net/?p=322</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para além da dieta, exercícios, sono, stress e luz solar existem outras coisas a considerar na jornada em direção à saúde ancestral e primordial. São pequenos ajustes que se podem fazer, dicas e ferramentas para ajustes e auto-experimentação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>E eis que chegámos
ao fim deste conjunto de 7 lições que desvendam os fundamentos ancestrais para
uma vida saudável no mundo moderno. Toda esta informação me fez enorme sentido
e, por isso, te trouxe a tradução destas lições. Espero que, para ti, tenha
feito sentido também.</p>



<p>Por Mark Sisson</p>



<p>Por esta altura, provavelmente estão todos a
pensar a mesma coisa.</p>



<p>&#8220;O que é que falta?&#8221;</p>



<p>Falámos de dieta, exercícios, sono, stresse e
luz solar &#8211; há algo mais com o qual precisamos preocupar-nos?</p>



<p>Honestamente? Não. Não precisas preocupar-te
com as coisas que estou prestes a contar-te. Milhões de pessoas não o fazem, e
aparentemente dão-se bem.</p>



<p>Mas também, as
dezenas de milhares de pessoas que eu pessoalmente ajudei têm, normalmente, a
experiência oposta. Em vez de se sentirem atolados por esta informação,
descobrem que as suas vidas são incrivelmente enriquecidas e melhoradas. Em
suma, não sabiam que os sapatos que usamos ou as bactérias a que estamos
expostos ou a maneira de nos sentarmos e ficarmos de pé podem ter efeitos
notavelmente positivos (ou negativos) na nossa saúde e felicidade &#8211; até que
tentaram por si mesmos.</p>



<p>Então, sim, podes concentrar-te nas seis
lições anteriores (<a href="https://sandraoliveira.net/a-saude-duradoura-comeca-aqui/">1</a>, <a href="https://sandraoliveira.net/como-a-agricultura-arruinou-a-nossa-saude-e-o-que-fazer-acerca-disso/">2</a>,
<a href="https://sandraoliveira.net/comer-animais-torna-tudo-mais-facil/">3</a>,
<a href="https://sandraoliveira.net/o-que-comer-e-o-que-evitar-para-uma-vida-longa-com-saude/">4</a>,
<a href="https://sandraoliveira.net/um-plano-de-exercicios-tao-facil-que-ate-o-homem-das-cavernas-o-seguiu/">5</a>
e <a href="https://sandraoliveira.net/os-tres-ss-que-tens-que-acertar/">6</a>),
ignorar esta e ficar bem.</p>



<p>Mas tu não queres &#8220;bem&#8221;. Tu queres
&#8220;fantástico&#8221;. Tu queres &#8220;ótimo&#8221;.</p>



<p>Então, vamos a isso!</p>



<p>O que se segue representa uma litania de outras coisas a considerar na tua jornada em direção à saúde ancestral e primordial. São pequenos ajustes que podes fazer, dicas com as quais podes brincar, ferramentas para ajustes e auto-experimentação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">
















Jejum
Intermitente (JI)



</h2>



<p>O JI envolve saltar
uma refeição (ou duas, ou três) numa base semi-regular. Embora os especialistas
dietéticos convencionais afirmem que, se saltares uma refeição, poderás canibalizar
o teu próprio músculo, entrar em modo de fome e sofrer de uma descida perigosa
do nível de açúcar no sangue, a evidência científica não está do lado deles. Os
humanos passaram milhões de anos num ambiente onde tinham que caçar e colher se
quisessem comer. Se fossemos feitos para perder músculo e desmaiarmos só porque
não comemos dentro de quatro horas, não estaríamos aqui hoje.</p>



<p>Na verdade, parece
que estamos bem preparados para saltar refeições de vez em quando. Há inúmeras
evidências de que o jejum não apenas não é prejudicial, mas também é bom para
nós. Os benefícios potenciais do JI incluem, mas não estão limitados a: aumento
da utilização de gordura corporal armazenada; números de colesterol e
sensibilidade à insulina melhorados; promoção da autofagia celular, que é como as
nossas células se recuperam e podem oferecer resistência ao cancro; aumento da
expectativa de vida (em estudos com animais); melhor desempenho atlético;
melhor controlo do apetite.</p>



<p>Um método popular é
o horário de 8h/16h, em que saltas uma refeição, tipicamente o pequeno-almoço,
e manténs uma janela de oito horas em que comes. Então, saltas o pequeno-almoço,
almoças ao meio-dia, jantas por volta das 20h e jejuas pela noite até ao meio
dia do dia seguinte. 8 horas em que comes, 16 horas em que jejuas, todos os
dias.</p>



<p>Outro, é o jejum
completo de 24 horas, feito uma ou duas vezes por semana. É exatamente como
parece &#8211; não comes por 24 horas. Jantes, dormes e aguardas até ao jantar desse
dia.</p>



<p>O meu horário
pessoal favorito? Não é fazer JI, mas comer QUANDO a fome surge naturalmente.</p>



<p>Apenas come quando estiveres com fome. Depois de adotares a alimentação natural à espécie humana (vê <a href="https://sandraoliveira.net/comer-animais-torna-tudo-mais-facil/">aqui</a> e <a href="https://sandraoliveira.net/o-que-comer-e-o-que-evitar-para-uma-vida-longa-com-saude/">aqui</a>), vais perceber que o teu apetite é mais moderado e administrável, e que podes ficar mais tempo sem ter fome. Eu recomendo JI para pessoas que têm o seu apetite sob controlo. Se estás a começar a comer comida natural à espécie humana, não te preocupes em saltar refeições. O JI pode ser uma boa adição à tua caixa de ferramentas, mas não se for stressante. Deve acontecer naturalmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">
















Andar
descalço



</h2>



<p>Eu não sei como foi
contigo, mas eu nasci descalço. Eu aposto que todos nós nascemos descalços.
Então, por que achamos que precisamos enfiar os nossos pés em couro / borracha
durante todo o dia? Não é um absurdo quando pensas nisto?</p>



<p>Acompanha-me.
Evidências antropológicas confirmam que os nossos ancestrais andavam em pé,
direitos, exatamente como fazemos hoje, há mais de dois milhões de anos. Se
olhares para as pegadas daquela época, são quase idênticas às pegadas que podes
deixar na praia hoje.</p>



<p>Este equipamento &#8211;
o pé descalço &#8211; tem “desenrascado” os seres humanos e os seus ancestrais por
mais de dois milhões de anos, sem qualquer necessidade de Nikes ou Reeboks. Eu
diria que é um ótimo histórico.</p>



<p>Se quiseres tentar andar descalço, começa devagar. Tira os sapatos em casa. Quando fores ao jardim, tira os sapatos por uns momentos. Eventualmente, faz o teu progresso até conseguires uma caminhada de dez minutos. Nesse processo, estarás a fortalecer as centenas de ossos, ligamentos e músculos nos teus pés. Eventualmente, terás dificuldades para voltar a usar os sapatos. Eu percebo que andar descalço nem sempre é socialmente aceitável, por isso eu faço compromissos. Se não puder andar descalço, uso um par de mocassins macios, algum <a href="https://www.spartoo.pt/Vibram-Fivefingers-b1127.php#rst">Vibram Fivefingers</a> ou qualquer sapato que imite a experiência de andar descalço, usando uma sola plana e sem um salto pronunciado que muda a maneira de andar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Postura e Mobilidade </h2>



<p>Outra mudança
enorme e relativamente recente na maneira como vivenciamos o mundo é a maneira
como gastamos o nosso tempo. Ou seja, quase invariavelmente gastamos mais do
que a metade das horas de vigília sentados numa cadeira, num carro, num assento
de autocarro ou num sofá. No trabalho, sentamo-nos. Para chegar ao trabalho,
sentamo-nos. Quando chegamos a casa do trabalho, sentamo-nos. É só sentar o
tempo todo. Sem surpresa, a dor lombar é uma das doenças mais comuns nos dias
de hoje. Bem mais de 50% da população dos Estados Unidos tem ou teve dor na
região lombar.</p>



<p>Isso é normal?</p>



<p>E os nossos
antepassados? As cadeiras ou não existiam, no caso de caçadores-coletores, ou
eram um luxo, no caso de todas as culturas até à Revolução Industrial. O
trabalho era físico e envolvia muita movimentação. Em culturas onde o trabalho
físico continua a ser a norma, vês muito menos incidências de dores nas costas,
e as pessoas têm uma excelente postura. A &#8220;cadeira ancestral&#8221; era um
agachamento completo, ou o que eu chamo de um agachamento Grok (Grok, nome
divertido para o antepassado arquetípico caçador-coletor). Ainda vês esse
fenômeno em nações menos industrializadas &#8211; pessoas idosas sentadas num
agachamento completo por horas a fio sem desconforto. Pode fazer o mesmo?</p>



<p>Provavelmente não. Os
teus flexores do quadril estão tensos devido a anos de estar sentado e a tua
mobilidade articular é curta devido a anos sem nunca teres que te mover se não
quisesses.</p>



<p>O que podemos fazer
acerca disto?</p>



<p>Senta-te menos, anda mais.</p>



<p>Experimenta uma <a href="https://www.ikea.com/pt/pt/catalog/products/S49084965/">mesa de trabalho
em que ficas de pé</a>.</p>



<p>Pratica exercícios de mobilidade das articulações. Aprenda como nossa postura mudou ao longo dos anos (para pior) e o que fazer sobre isso. Trabalha no teu agachamento Grok!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Saúde intestinal </h2>



<p>O Grok não tinha
desinfetante para as mãos onde quer que fosse, nem lavava as mãos antes de
comer. A vida era, francamente, suja. Hoje a vida é pura.</p>



<p>Demasiado intocada.
Muito estéril.</p>



<p>Precisamos de
alguma exposição à sujidade. É o ambiente no qual os nossos genes evoluíram e
introduz novas bactérias benéficas nos nossos sistemas, o que melhora a
digestão e reforça a nossa imunidade.</p>



<p>Como é isso? Vê bem,
os nossos corpos contêm mais bactérias estranhas do que células próprias! Estamos
em menor número &#8211; nos nossos próprios corpos!</p>



<p>Parece assustador,
mas não é. É normal. Na verdade, a saúde do nosso intestino depende quase
inteiramente da nossa exposição contínua às bactérias.</p>



<p>Como podemos obtê-las? Passa tempo ao ar livre. Tem animais. Come alimentos fermentados, como iogurte ou chucrute. Toma um probiótico. E larga o desinfetante para as mãos!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Banho na floresta </h2>



<p>Nem sempre tivemos
cidades, paredes e casas. Por milhões de anos, éramos animais selvagens. Animais
inteligentes, pensantes, criativos, falantes, inventores, pioneiros, com
certeza &#8211; mas ainda animais. Vivíamos na natureza. O &#8220;outdoor&#8221; como
conceito não existia; era tudo que tínhamos.</p>



<p>Hoje, a maioria de
nós não pode mais viver ao ar livre, mas podemos tomar banho na floresta.</p>



<p>Banhos na floresta?</p>



<p>Os nossos genes
&#8220;esperam&#8221; a natureza, sabes. Eles precisam de ar fresco, do som dos
pássaros e do vento a correr pelas árvores para funcionar de forma ideal.</p>



<p>Estudos mostram que
gastar tempo na natureza reduz as hormonas do stresse, melhora o humor, reduz a
tensão arterial e pode até mesmo estimular proteínas anti cancro no corpo.</p>



<p>O que é engraçado é
que o banho na floresta não está realmente a adicionar nada de novo. Está
apenas a corrigir um deficit que quase toda a gente tem.</p>



<p>Se não acreditas em mim, experimenta tu mesmo. Tenta passar pelo menos algumas horas por semana num espaço verde. Faz caminhadas no país. Sai para o parque. Faz um acampamento e vê o que isso te faz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Suplementação</h2>



<p>Num mundo perfeito,
poderíamos obter todos os nutrientes que precisamos da nossa comida. Há dez mil
anos, quando o solo era robusto, os oceanos estavam limpos e cheios de comida,
e todos os animais que comíamos passavam a vida a alimentar-se de plantas ricas
em nutrientes e outros animais, não precisávamos de nos preocupar com a
suplementação. Há dez mil anos, as toxinas industriais não tinham entrado na
comida que comemos, no ar que respiramos e na água que bebemos.</p>



<p>Nós não vivemos
nesse mundo. Muito do nosso solo está esgotado devido ao excesso de
agricultura, o que significa que a comida que ingerimos tem menos nutrientes do
que há 40 anos. As nossas vidas são mais stressantes. Dormimos menos. Movemo-nos
menos. As coisas simplesmente não são as mesmas e, embora o progresso
científico tenha facilitado a vida de várias maneiras, também tornou as coisas
mais difíceis.</p>



<p>A suplementação ajuda a restaurar esse equilíbrio. Ajuda a corrigir o deficit nutricional e o excesso de stress. Eu recomendo que todos tomem suplementos de alta qualidade, mesmo que apenas para o básico &#8211; Vitamina D, Omegas Vitais (os ácidos graxos ómega-3 à base de óleo de peixe que faltam na dieta moderna), e probióticos (para uma boa saúde intestinal).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Brincadeira </h2>



<p>Por último, mas
certamente não menos importante é a brincadeira.</p>



<p>Brincar é o
laboratório pessoal de um animal.</p>



<p>Quando um animal
brinca, ele aprende a mover-se, a interagir com os outros (e o mundo em geral)
e aprende a responder a pistas e estímulos sociais. Brincar ensina a resolução
de problemas. E, o mais importante, brincar é muito divertido.</p>



<p>Os seres humanos
estão entre os únicos animais que ainda brincam na idade adulta. Praticamente
todos os mamíferos da Terra brincam quando jovens, mas como adultos? Os humanos
são uma raça rara. Nós temos a habilidade e a inclinação de brincar uns com os
outros, e ainda assim não o fazemos. Ou achamos que não podemos.</p>



<p>Tens que acabar com
isso. Tens que brincar.</p>



<p>(As sugestões preferidas
de Mark Sisson: <a href="http://portugal-ultimate.org/">Ultimate
Frisbee</a> e <a href="https://www.surfingportugal.com/stand-up-paddle/">stand-up paddle</a>)</p>



<p>Para concluir,
&#8220;todas essas outras coisas&#8221; não são realmente supérfluas ou de
pequena escala. São realmente muito importantes, e recomendo fortemente que dês
a cada uma delas uma oportunidade honesta antes de as dispensar.</p>



<p>Espero que tudo corra bem para ti. Eu sei que vai, mas vou dizer na mesma.</p>



<p> Cuida de ti, obrigado pela leitura! </p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/levanta-te-tira-os-sapatos-e-suja-te-um-pouco/">Levanta-te, tira os sapatos e suja-te um pouco</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
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