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	<title>Arquivo de Depressão - Sandra Oliveira - Coach</title>
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	<description>Coaching de saúde, emagrecimento e bem-estar</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Apr 2019 10:17:54 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Depressão - Sandra Oliveira - Coach</title>
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	<item>
		<title>A depressão é uma doença ou um sintoma de inflamação?</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/a-depressao-e-uma-doenca-ou-um-sintoma-de-inflamacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 10:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto a depressão quanto a ansiedade estão fortemente ligadas à inflamação e a perturbações da saúde intestinal, o que, por sua vez, pode ser causado por uma dieta pobre.<br />
Mudar a nossa dieta é uma das estratégias mais eficazes e importantes que podemos empregar para melhorar nossa saúde mental.<br />
Isso não significa que os medicamentos nem sempre são necessárias e úteis. Mas significa que não devem ser a única peça do quebra-cabeça, como tantas vezes são hoje.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/a-depressao-e-uma-doenca-ou-um-sintoma-de-inflamacao/">A depressão é uma doença ou um sintoma de inflamação?</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo traduzido por Sandra Oliveira. O
original está <a href="https://kresserinstitute.com/depression-disease-symptom-inflammation/?utm_campaign=Chris%20Kresser&amp;utm_source=hs_email&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=71957723&amp;_hsenc=p2ANqtz-8bK0BUpooZByuf1mk7hnbsEFLzHgFJawF8GUKxd3T60uX5UDt3OnFakZlMd98zPIELSGbHAfMfh5H4ex19UpZDY5kNjw&amp;_hsmi=71957723">aqui</a>.</p>



<p>A ideia de que a depressão e outras condições
de saúde mental são causadas por um desequilíbrio de substâncias químicas
(particularmente serotonina e norepinefrina) no cérebro está tão profundamente
arraigada na nossa psique coletiva que parece quase um sacrilégio questioná-la.</p>



<p>É claro que a indústria farmacêutica
desempenhou um papel na perpetuação dessa ideia. Os medicamentos antidepressivos,
que são baseados na teoria do desequilíbrio químico, representam um mercado de
10 bilhões de dólares apenas nos EUA. De acordo com o CDC (Center for Disease
Control), 11% dos norte-americanos com mais de 12 anos tomam antidepressivos e
são os segundos medicamentos mais prescritos (depois dos medicamentos redutores
de colesterol). Os médicos escreveram umas surpreendentes 254 milhões de
prescrições de antidepressivos em 2010. (<a href="https://www.nimh.nih.gov/about/directors/thomas-insel/blog/2011/antidepressants-a-complicated-picture.shtml">1</a>)</p>



<p>No entanto, independentemente do quão popular
esta teoria se tornou, ela está repleta de problemas. Por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Reduzir os níveis de
norepinefrina, serotonina e dopamina não produz depressão em humanos, embora
pareça fazê-lo em animais.</li><li>Embora alguns pacientes deprimidos
tenham baixos níveis de serotonina e norepinefrina, a maioria não tem. Vários
estudos indicam que apenas 25% dos pacientes deprimidos têm baixos níveis
destes neurotransmissores.</li><li>Alguns pacientes deprimidos têm
níveis anormalmente altos de serotonina e norepinefrina, e alguns pacientes sem
histórico de depressão têm níveis baixos. (<a href="https://chriskresser.com/the-chemical-imbalance-myth/?__hstc=25621602.d0e37c3dc3cf18b7b223651b1b35f9d2.1556270274488.1556270274488.1556274331525.2&amp;__hssc=25621602.1.1556274331525&amp;__hsfp=4123141641&amp;_ga=2.167905953.1823070405.1556270271-1986054392.1556270271">2</a>)</li></ul>



<p>E se a depressão não for causada por um
&#8220;desequilíbrio químico&#8221; afinal? Mais especificamente, e se a
depressão em si não for uma doença, mas um sintoma de um problema subjacente?</p>



<p>Isto é exatamente o que a investigação mais
recente sobre depressão nos está a dizer. Uma nova teoria chamada “Modelo de
Depressão da Citocina Imune” sustenta que a depressão não é uma doença em si,
mas sim um “sinal multifacetado de ativação crónica do sistema imunológico”. (<a href="http://www.cytokines-and-depression.com/chapter7.html">3</a>)</p>



<p>Para deixar claro: a depressão pode ser um
sintoma de inflamação crónica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A
ligação entre depressão e inflamação</strong></h2>



<p>Um grande corpo de pesquisas sugere agora que
a depressão está associada a uma resposta inflamatória crónica de baixo grau e
é acompanhada por um aumento do <em>stress</em>
oxidativo.</p>



<p>Num excelente artigo de revisão de Berk <em>et al</em>, os autores apresentaram várias
linhas de evidência apoiando a ligação entre depressão e inflamação: (<a href="https://bmcmedicine.biomedcentral.com/articles/10.1186/1741-7015-11-200">4</a>)</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A depressão está frequentemente
presente em doenças inflamatórias agudas. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20015486">5</a>)</li><li>Níveis mais altos de inflamação
aumentam o risco de desenvolver depressão. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21037214">6</a>)</li><li>A administração de endotoxinas que
provocam inflamação em pessoas saudáveis desencadeia sintomas depressivos
clássicos. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11343523">7</a>)</li><li>Um quarto dos pacientes que tomam Interferon,
um medicamento usado para tratar a hepatite C que causa inflamação
significativa, desenvolve depressão grave. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22967776">8</a>)</li><li>A remissão da depressão clínica
está frequentemente associada à normalização dos marcadores inflamatórios. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21796103">9</a>)</li></ul>



<p>Durante uma reação inflamatória são produzidas
substâncias químicas, chamadas “citocinas”. Estas incluem o fator de necrose
tumoral (TNF) α, interleucina (IL) -1, interferon (IFN) e interleucina (IL)
-10, entre outros. Os investigadores descobriram, no início da década de 1980,
que as citocinas inflamatórias produzem uma ampla variedade de sintomas
psiquiátricos e neurológicos que refletem perfeitamente as características
definidoras da depressão. (<a href="http://www.cytokines-and-depression.com/chapter7.html">10</a>)</p>



<p>Curiosamente, os antidepressivos
(particularmente SSRIs) têm mostrado reduzir a produção de citocinas
pró-inflamatórias, como o TNF-α, IL-1, interferon IFN-ɣ e aumentar a produção
de citocinas anti-inflamatórias como a IL-10. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8880223">11</a>, <a href="https://www.nature.com/articles/1395271">12</a>)
Também mudam a expressão dos genes de algumas células imunes envolvidas em
processos inflamatórios. Isto sugere que os ISRSs são anti-inflamatórios, o que
explicaria o seu mecanismo de ação se a inflamação fosse o principal responsável
pela depressão.</p>



<p>A pesquisa sobre este tema é robusta e a ligação
entre depressão e inflamação está bem estabelecida. Mas se a depressão é
causada principalmente pela inflamação, a pergunta óbvia que surge é: &#8220;o
que está a causar a inflamação?&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Causas
comuns de inflamação e depressão</strong></h2>



<p>Se acompanha o meu blog há algum tempo, sabe
que a inflamação está na raiz de quase todas as doenças modernas, incluindo
diabetes, Alzheimer, doenças cardiovasculares, doenças auto-imunes, alergias,
asma e artrite. Então, talvez não seja surpresa que a depressão também seja
causada pela inflamação.</p>



<p>A desvantagem desta ligação é que a nossa
dieta e estilo de vida modernos estão cheios de fatores que provocam inflamação
&#8211; e, portanto, causam doenças. A vantagem é que, se abordarmos estes fatores e
reduzirmos a inflamação, poderemos prevenir e até mesmo reverter as doenças
crónicas e inflamatórias que se tornaram um elemento tão importante da
civilização industrial.</p>



<p>De acordo com os autores do artigo de revisão
de Berk <em>et al</em> referido acima, as
seguintes são as causas mais comuns de inflamação associadas à depressão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dieta</strong></h2>



<p>Existem vários problemas com a dieta moderna. É rica em alimentos que provocam inflamação, como farinha refinada, excesso de açúcar, gorduras oxidadas (rançosas), gorduras trans e uma ampla gama de produtos químicos e conservantes. E é pobre em alimentos que reduzem a inflamação, como gorduras ómega-3 de cadeia longa, alimentos fermentados e fibras fermentáveis. Numerosos estudos associaram a dieta ocidental a grandes transtornos depressivos. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20048020">13</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Obesidade</strong></h2>



<p>Uma das consequências mais danosas da dieta
moderna tem sido o aumento dramático da obesidade. A obesidade é um estado
inflamatório. Estudos têm mostrado níveis mais altos de citocinas inflamatórias
em pessoas obesas, e a perda de peso está associada à diminuição dessas
citocinas. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22429824">14</a>) A obesidade
está intimamente ligada à depressão, e embora essa relação seja provavelmente
multifatorial e complexa, a inflamação parece desempenhar um papel significativo.
(<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21414128">15</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saúde intestinal</strong></h2>



<p>As perturbações no microbioma intestinal e o
intestino permeável (isto é, a permeabilidade intestinal) demonstraram que
contribuem para a inflamação e estão correlacionadas com a depressão. Por
exemplo, um intestino permeável permite que endotoxinas chamadas
lipopolissacarídeos (LPS) escapem do intestino e entrem na corrente sanguínea,
onde provocam a libertação de citocinas inflamatórias, como TNF-α, IL-1 e
COX-2. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7706475">16</a>) E numerosos
estudos associaram mudanças desfavoráveis às bactérias que habitam o nosso
intestino com grandes transtornos depressivos. (17)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Stress</strong></h2>



<p>O stress pode ser uma das causas mais óbvias
de depressão, mas a ligação entre stress e inflamação é menos conhecida.
Pesquisas mostraram que o stress psicossocial estimula a rede de citocinas
pró-inflamatórias, incluindo aumentos de TNF-α e IL-1. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1777728">18</a>)
Estes aumentos nas citocinas inflamatórias, por sua vez, estão intimamente
relacionados aos sintomas depressivos, como descrito acima.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atividade
física</strong></h2>



<p>Há uma enorme quantidade de evidências que
indicam que o exercício é um tratamento eficaz para a depressão &#8211; em muitos
casos, tão eficaz ou mais do que medicamentos antidepressivos. Também há
evidências que previne a depressão em pessoas saudáveis, sem sintomas
pré-existentes. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20422333">19</a>)
Curiosamente, enquanto o exercício produz inicialmente as mesmas citocinas
inflamatórias que estão associadas à depressão, isso é rapidamente seguido pela
indução de substâncias anti-inflamatórias. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12831830">20</a>) Isto é
conhecido como um efeito hormético, em que um stressor inicial provoca uma
resposta compensatória no corpo que tem consequências positivas a longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Privação
de sono</strong></h2>



<p>A falta de sono crónica demonstrou aumentar os
marcadores inflamatórios mesmo em pessoas saudáveis. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3548567/">21</a>) E,
embora a privação temporária de sono tenha sido usada para melhorar a depressão
terapeuticamente, a falta de sono crónica é um fator bem conhecido que
contribui para o desenvolvimento da depressão em primeiro lugar. (<a href="https://psycnet.apa.org/record/2006-10343-008">22</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infeção
crónica</strong></h2>



<p>Infeções crónicas produzem inflamação
contínua, então não é nenhuma surpresa ver que a depressão está associada com
Toxoplasma gondii, vírus do Nilo Ocidental, Clostridium difficile e outros
patógenos. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24715687">23</a>, <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24137729">24</a>,
<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23929558">25</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cárie
dentária e doença periodontal</strong></h2>



<p>A cárie dentária e a doença periodontal são
outra fonte de inflamação crónica e, portanto, uma causa potencial de
depressão. De acordo com um grande estudo de mais de 80.000 adultos, os
investigadores descobriram que as pessoas com depressão eram mais propensas a
ter perda de dentes, mesmo após o controlo de vários fatores demográficos e de
saúde. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21883356">26</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Deficiência
de vitamina D</strong></h2>



<p>Níveis baixos de vitamina D são comuns em
populações ocidentais, e há evidências crescentes que ligam a deficiência de
vitamina D à depressão. A vitamina D modula as respostas imunes à infeção,
incluindo a redução de marcadores inflamatórios, como TNF-α e IL-1, que estão
associados à depressão. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22925537">27</a>) A
suplementação com vitamina D para normalizar os níveis séricos de 25D mostrou
reduzir os marcadores inflamatórios em alguns, mas não em todos os casos. (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22805498">28</a>)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Considerações
finais e recomendações</strong></h2>



<p>A descoberta, no início da década de 1980, de
que as citocinas inflamatórias produzem todos os sinais e sintomas
característicos da depressão deveria ter causado um grande impacto. Pela
primeira vez, os cientistas descobriram uma classe de moléculas que eram forte
e consistentemente associadas à depressão e, quando administradas a voluntários
saudáveis, produziam todos os sintomas necessários para o diagnóstico de
depressão.</p>



<p>Infelizmente, a teoria do “desequilíbrio
químico” continua a ser o paradigma dominante para a compreensão da depressão
quase 30 anos após essa enorme descoberta, apesar da fraca correlação entre
serotonina, noradrenalina e dopamina e sintomas depressivos. Provavelmente há
vários motivos para isso &#8211; e estaria correto se adivinhasse que alguns deles
são financeiros -, mas deixarei essa discussão para outra ocasião.</p>



<p>O significado desta descoberta é enorme &#8211;
tanto para pacientes quanto para clínicos. Ele muda o nosso foco de ver a
depressão como sendo uma doença causada por um desequilíbrio químico, que
muitas vezes requer medicação para corrigir, para ser um sintoma de um problema
subjacente mais profundo. Também leva a caminhos completamente novos de
tratamento &#8211; muitos deles mais eficazes e seguros do que os antidepressivos.</p>



<p>Entender as raízes físicas da depressão pode
ter um efeito profundo nas pessoas que sofrem com isso. Embora o estigma em
torno da depressão tenha diminuído nos últimos anos, muitos dos que estão
deprimidos ainda carregam o fardo de pensar que há algo de errado com eles, e a
depressão que sentem é “culpa deles”. Quando os meus pacientes com depressão
aprendem que há uma causa fisiológica subjacente para os seus sintomas,
geralmente sentem uma tremenda sensação de alívio e empoderamento. Além disso,
quando abordamos essa causa subjacente, o seu humor melhora drasticamente e rapidamente
percebem que o autojulgamento e a vergonha que sentiam por estar deprimidos
eram equivocados e injustificados.</p>



<p>Não pretendo sugerir que fatores emocionais e
psicológicos não desempenham um papel importante na depressão. Em muitos casos
desempenham, e <a href="https://chriskresser.com/the-heart-of-depression/?__hstc=25621602.d0e37c3dc3cf18b7b223651b1b35f9d2.1556270274488.1556270274488.1556274331525.2&amp;__hssc=25621602.1.1556274331525&amp;__hsfp=4123141641&amp;_ga=2.239144835.1823070405.1556270271-1986054392.1556270271">escrevi
sobre esse assunto antes</a> no ChrisKresser.com. No entanto, a
suposição de que a depressão é causada exclusivamente por esses fatores não é,
obviamente, verdadeira, e muitas vezes essas outras causas subjacentes
potenciais não são exploradas. O médico prescreve um antidepressivo, o paciente
o toma e esse é o fim da conversa.</p>



<p>Com isto em mente, o que pode fazer se estiver
a sofrer de depressão? Siga estes dois passos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Adote uma dieta e um estilo de vida anti-inflamatórios</strong>. Isso significa comer uma dieta rica em nutrientes, com alimentos integrais, dormir o suficiente, controlar o stress, praticar atividades físicas apropriadas (não muito pouco nem em demasia) e nutrir o seu intestino. Para mais informações sobre como fazer isso, veja meu livro The Paleo Cure.</li><li><strong>Investigue outras causas subjacentes da inflamação</strong>. Por conta própria ou com a ajuda de um bom praticante de medicina funcional, explore outras possíveis causas de inflamação que possam estar a contribuir para a depressão. Estes incluem problemas intestinais (SIBO &#8211; <em>Small Intestinal Bacterial Overgrowth</em> (sobrecrescimento de bactérias no intestino delgado), intestino permeável, disbiose, infeções, etc.), infeções crónicas (virais, bacterianas, fúngicas), baixos níveis de vitamina D, cárie dentária e doença periodontal, exposição a metais pesados e bolor ou outras biotoxinas, apneia do sono obstrutiva e muito mais.</li></ol>



<p>Nota da tradutora: Se queres saber mais sobre alimentação saudável podes ler este <a href="https://sandraoliveira.net/o-que-comer-e-o-que-evitar-para-uma-vida-longa-com-saude/">artigo. </a>Se queres saber mais sobre que exercício físico podes fazer para promover a tua saúde podes ler este <a href="https://sandraoliveira.net/um-plano-de-exercicios-tao-facil-que-ate-o-homem-das-cavernas-o-seguiu/">artigo</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/a-depressao-e-uma-doenca-ou-um-sintoma-de-inflamacao/">A depressão é uma doença ou um sintoma de inflamação?</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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