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	<title>Arquivo de Evolução - Sandra Oliveira - Coach</title>
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	<description>Coaching de saúde, emagrecimento e bem-estar</description>
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	<title>Arquivo de Evolução - Sandra Oliveira - Coach</title>
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	<item>
		<title>A saúde duradoura começa aqui</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/a-saude-duradoura-comeca-aqui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 11:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição e alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando os humanos começaram a divergir do estilo de vida dos seus ancestrais caçadores-coletores, a sua saúde sofreu. Quando os alimentos processados começaram a substituir os alimentos naturais, a sua saúde sofreu ainda mais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/a-saude-duradoura-comeca-aqui/">A saúde duradoura começa aqui</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando comecei a
interessar-me pelo estilo de vida saudável, e no âmbito das minhas pesquisas
sobre a chamada dieta Paleo, descobri, em 2015, o site <a href="https://www.marksdailyapple.com/">Mark’s Daily Apple</a> e o seu autor <a href="https://www.marksdailyapple.com/mark-sisson/">Mark Sisson</a> (foi
inclusivamente com ele que mais tarde vim a fazer a minha certificação como Primal
Health Coach).</p>



<p>Ao subscrever a sua
<em>newslette</em>r, recebi um conjunto de 7
lições que desvendam os fundamentos ancestrais para uma vida saudável no mundo
moderno.</p>



<p>Tudo isto me fez
enorme sentido e, por isso, trarei aqui a tradução destas lições para que vejas
se, para ti, faz sentido também.</p>



<p>Lesson 1: Lifelong Health Starts Here &#8211; Lição 1: A saúde duradoura começa aqui</p>



<p>Por Mark Sisson</p>



<p>Vou perguntar uma
questão e quero a tua resposta instintiva. Responde rápido!</p>



<p>Com é que alimentas
um leão?</p>



<p>Carne.</p>



<p>Carne é a resposta
obviamente correta. Alimentas um leão com carne crua. Penso que até o mais
ardente vegan admitiria que é suposto que os leões comam carne.</p>



<p>Mas por que é “suposto” que eles comam carne? Como podemos determinar o que um ser vivo deve comer?</p>



<p>Obviamente, os
leões são predadores. Eles caçam e comem presas em estado selvagem. Mas isso
não é a história toda.</p>



<p><strong>Os leões caçam e comem animais, e eles e os seus ancestrais felinos fazem isso há centenas de milhares de anos. Milhões até. Esta é a chave.</strong></p>



<p style="text-align:left">Caçar, matar e comer
carne crua moldaram a evolução do leão ao longo de muitos milhões de anos. A
composição genética do leão foi moldada pelo consumo de carne. Os seus dentes e
garras são feitos para matar, o seu trato digestivo destina-se a processar
proteínas e gorduras. Poderá até dizer-se que os genes do leão <em>esperam</em> a dieta de carne crua dos leões
ancestrais e funcionam melhor com tal dieta. Pelo contrário, uma dieta que divirja
drasticamente da dieta do leão ancestral provavelmente será prejudicial, com o
grau de dano diretamente proporcional ao grau de divergência. Uma dieta
vegetariana deixará o seu leão doente, fraco e provavelmente acima do peso; uma
dieta vegan provavelmente matará o seu leão.</p>



<p>Ninguém argumentaria contra alimentar leões
com carne crua e qualquer um que entenda o conceito de seleção natural concordaria
que os leões funcionam melhor com uma dieta de carne crua porque evoluíram com
uma dieta de carne crua.</p>



<p>Isto é válido com outros animais também. As
vacas comem pasto, não carne. Os gatos, aqueles pequenos leões da casa, comem
carne, não cereais e vegetais.</p>



<p><strong>E os humanos? Os humanos comem </strong><em><strong>nuggets</strong></em><strong> de frango, refrigerantes e pão branco. Espera (som de disco a arranhar). Isto não está correto!</strong></p>



<p>Os humanos também
são animais. Podemos ser relativamente novos neste planeta, mas já cá estamos
há 200 mil anos e os nossos ancestrais existem há milhões de anos. E por uns
bons 190&nbsp;mil anos, nós éramos caçadores-coletores, vivendo da terra, caçadores
de animais de grande porte que se banqueteavam com plantas e animais.</p>



<p>Depois
desenvolvemos a agricultura, e nos 9.900 anos seguintes, os cereais governaram
a dieta humana.</p>



<p>Há 100 anos, a produção
de alimentos foi industrializada, dando-nos o óleo vegetal, gorduras trans produzidas
pelo homem e farinha branca e açúcar refinado baratos.</p>



<p>Podemos não saber <em>exatamente</em> o que os nossos ancestrais
paleolíticos comiam dia após dia. Não temos menus ou registos de alimentos. Mas,
com certeza, sabemos o que eles <em>não comiam</em>.</p>



<p><strong>Os nossos ancestrais não comiam cereais, açúcar refinado
ou óleos vegetais processados.</strong></p>



<p>A questão com as
pessoas é que somos inteligentes o suficiente para explorar tudo o que é
oferecido pelo mundo natural. Não nos atemos apenas a uma fonte de alimentos,
como os leões e as suas carnes ou as vacas e o seu pasto. Nós diversificamos.
Escolhemos a vegetação comestível, caçamos animais grandes e pequenos,
pescamos, escavamos raízes comestíveis e colhemos frutos silvestres dos
arbustos. A grande variedade disponível dificulta a definição da dieta
evolutiva específica para os humanos&#8230; mas isso não nos impede de saber <strong>o que não estava disponível</strong>.</p>



<p>Vejamos o que
sabemos:</p>



<p>Os cereais não
estavam prontamente disponíveis até que desenvolvemos a agricultura há cerca de
10.000 anos. Registos fósseis sugerem que a saúde humana sofreu um impacto com
o advento da agricultura, tanto quanto se pode dizer a partir de ossos. Os
agricultores eram mais baixos e tinham mais cáries, cérebros menores e ossos
mais fracos que os caçadores-coletores. A expectativa de vida também diminuiu.</p>



<p>O xarope de milho
rico em frutose e os óleos vegetais só foram disponibilizados nos últimos 100&nbsp;anos,
tendo o xarope de milho chegado há apenas 30 anos. Hoje, as pessoas estão mais
gordas, mais diabéticas e têm mais cancro e doenças cardíacas do que as pessoas
que viviam há 100 anos, mesmo tendo em conta as diferenças de expectativa de
vida. A maioria, se não todas estas doenças, são diretamente atribuídas aos
nossos estilo de vida e dieta modernos.</p>



<p><strong>Se aceitamos que a biologia dos animais, como os leões, funciona melhor com as suas dietas ancestrais e evolutivas, o mesmo não seria provavelmente verdadeiro para os humanos?</strong></p>



<p>Não deveríamos olhar
com mais cuidado, com um pouco mais de ceticismo, para os alimentos que passaram
a estar disponíveis para os humanos nos últimos 10.000, 1.000 e 100&nbsp;anos? E
pensar que talvez a carne, peixe, aves, nozes, sementes, frutas, raízes e
tubérculos que estavam disponíveis para os caçadores-coletores por milhões de
anos possam ser realmente bons para nós?</p>



<p>Isso é o que eu
chamo de &#8220;<a href="https://www.marksdailyapple.com/when-science-trumps-grok/">lógica de Grok</a>&#8220;.
O Grok, o meu nome divertido para o antepassado arquetípico caçador-coletor,
somos nós.</p>



<p>Nós somos o Grok.
Bem, pelo menos, os nossos corpos querem ser. Os nossos genes “pensam”
certamente que ainda estamos a caçar e a recolher, porque eles praticamente não
mudaram nos últimos 10 mil anos. Os nossos genes esperam certas coisas, certos
alimentos, certos níveis de atividade e certas quantidades de sono. Eles
funcionam melhor quando expostos a condições iguais ou semelhantes àquelas sob
as quais evoluíram.</p>



<p>E aqui está a
questão sobre os genes. Os genes podem ser ligados e desligados. Eles podem ser
expressos. Só porque &#8220;tens&#8221; um gene para, digamos, cancro de mama ou
diabetes tipo 2, isso não significa que estás destinado a ter cancro de mama ou
diabetes tipo 2. Significa simplesmente que, se for estimulado por algo no seu
ambiente, esse gene se ligará (ou desligará) e terás uma hipótese maior (ou
menor) de desenvolver a doença.</p>



<p>A isto se chama
expressão genética.</p>



<p>As coisas que comemos, a quantidade de sono que temos, os nossos níveis de stress, como nos exercitamos, se temos ou não exposição à luz solar &#8211; todos esses factores ambientais podem desencadear a expressão genética &#8211; para o bem ou para o mal. E enquanto quase tudo o que fazemos pode desencadear a expressão genética, a lista de coisas a que realmente precisamos prestar atenção é bastante curta. De facto, pode ser resumida em 10 leis simples. (podes ler sobre isso <a href="http://sandraoliveira.net/como-viviam-os-nossos-antepassados-as-10-leis-ancestrais-parte-i/">aqui</a> e <a href="http://sandraoliveira.net/como-viviam-os-nossos-antepassados-as-10-leis-ancestrais-parte-ii/">aqui</a>).</p>



<p>É por isto que
gosto da lógica de Grok como ponto de partida quando penso na saúde humana.
Tudo se resume a uma observação bastante simples. Quando os humanos começaram a
desviar‑se do seu estilo de vida ancestral de caçadores-coletores, a sua saúde
sofreu. Quando os alimentos industrialmente processados passaram a substituir
os nossos alimentos naturais, a saúde sofreu ainda mais.</p>



<p>Hoje, as pessoas obtêm a maior parte das suas calorias a partir de cereais refinados, açúcar e óleos vegetais. Sujeitam-se a stress crónico, levam vidas sedentárias, trabalham em empregos que odeiam e vivem em ambientes fechados. Hoje, as pessoas têm mais diabetes, doenças cardíacas, cancro e obesidade do que nunca.</p>



<p>Correlação? Certamente.</p>



<p>Coincidência? Duvido.</p>



<p>Causalidade? Acho que vale a pena investigar.</p>



<p>Nas lições futuras,
vamos fazer essas investigações. Vamos olhar para muitas das maneiras pelas
quais os nossos estilos de vida modernos se desviam do nosso passado evolutivo
e como a nossa saúde sofre por isso. Tudo, desde a comida que comemos, os
sapatos que vestimos, o protetor solar que usamos, as cadeiras em que nos
sentamos e o exercício que fazemos (ou não fazemos), tudo faz parte.</p>



<p>Penso que aprenderás
muito sobre como recuperar a tua saúde e a dos teus seguindo as Leis Ancestrais
e estimulando a expressão genética positiva, e acho que vais adorar o que
aprenderes.</p>



<p>Fica atento à próxima lição.</p>



<p>Mark Sisson </p>
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		<title>“Só se pode vencer a natureza obedecendo-lhe!”</title>
		<link>https://sandraoliveira.net/so-se-pode-vencer-a-natureza-obedecendo-lhe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 15:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os nossos genes esperam que sejamos magros, aptos fisicamente e saudáveis. O segredo consiste em adotar um estilo de vida que esteja alinhado com a nossa história evolutiva.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sandraoliveira.net/so-se-pode-vencer-a-natureza-obedecendo-lhe/">“Só se pode vencer a natureza obedecendo-lhe!”</a> aparece primeiro em <a href="https://sandraoliveira.net">Sandra Oliveira - Coach</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A linha de tempo da evolução humana conta que há 7 milhões de anos, o género Homo separou-se dos outros macacos. Cerca de 2,5 milhões de anos atrás, o Homo <em>erectus</em> (vertical, inteligente e habilidoso com ferramentas) assumiu o controlo da cadeia alimentar. O Homo <em>sapiens</em> moderno, geneticamente idêntico a nós, apareceu pela primeira vez na África Oriental há cerca de 160.000 anos.</p>
<p>Foram 2,5 milhões de anos de pressão de seleção e duras circunstâncias ambientais que criaram a receita genética perfeita para a saúde humana e longevidade. E sim, os nossos genes são os mesmos dos do Homo <em>sapiens</em> primitivo e, como tal, esperam de nós os mesmos comportamentos que aprimoraram a espécie.</p>
<p>Os nossos genes esperam que sejamos magros, aptos fisicamente e saudáveis. Parece, então, claro que o segredo consiste em adotar um estilo de vida que esteja alinhado com a nossa história evolutiva, constituído por uma alimentação que seja natural à espécie humana, hábitos de sono adequados, uma boa gestão do stress (que inclui stress intermitente), ter objetivos de vida, relações sociais positivas,diversão, contacto com a natureza, exposição solar adequada, atividade física (uma boa dose diária de movimento), evitar a poluição e produtos tóxicos para a nossa espécie e exercitar o cérebro.</p>
<p>Sei que mudar completamente o estilo de vida não é uma coisa fácil. É uma coisa massiva e uma aspiração muito difícil. Mas fazer uma, duas ou, talvez, três pequenas mudanças? Coisas que o vão fazer sentir melhor quase imediatamente e que não requerem que invista grande tempo e esforço? Aposto que o pode fazer. Definitivamente, pode fazê-lo!</p>
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